15 de dez de 2017

Orixás Regentes em 2018, Conflitos Mundiais, Política no Brasil e Copa do Mundo


Vamos descobrir qual será ou quais serão os orixás regentes de 2018, mas, sobretudo como se calcula ou estuda, com base nos conhecimentos da Umbanda e da Astrologia para chegar a essa conclusão. Primeiramente e o mais importante é que não estudamos qual orixá vai reger o ano, mas sim qual a linha de orixás que vai reger o ano, com base nas famosas 7 linhas que abarcam os orixás e especificamente com base nos estudos de W.W. da Matta e Silva para desenvolver o esquema que será apresentado aqui. 

Existem incontáveis visões e formas de compreender as 7 linhas. Diferentemente do Espiritismo, a Umbanda não possui um "papa" ou um codificador, ou ainda um livro sagrado que compile a essência da Umbanda que seja unanimidade entre todos os umbandistas, isso sem mencionar as claras diferenças ritualísticas entre a Umbanda e o Candomblé que também estuda os orixás..

Dito isso, o esquema que eu apresentei está em consonância com o estudo daquele que é considerado por mim (e pela maioria dos principais umbandistas) como o médium de maior destaque da Umbanda e que trouxe os conhecimentos mais avançados da Umbanda em sua obra: W.W. Matta e Silva. Com todo o respeito a Sarraceni (autor do excelente O Guardião da Meia Noite) e Norberto Peixoto (a quem considero o médium de maior destaque e relevância da Umbanda atualmente) entre outros expoentes, como por exemplo Feraudy ligado à Umbanda Esotérica, acredito que o esquema das 7 linhas trazido por Matta e Silva seja o mais adequado, sobretudo para aqueles que estudam ocultismo e mais ainda para os que possuem conhecimento dos arquétipos da Astrologia.

Sendo assim, o esquema fica com base na obra "A Umbanda de todos nós" (página 89):

1ª Vibração Original ou Linha de Orixalá
2ª Vibração Original ou Linha de Yemanjá
3ª Vibração Original ou Linha de Xangô
4ª Vibração Original ou Linha de Ogum
5ª Vibração Original ou Linha de Oxossi
6ª Vibração Original ou Linha de Yori
7ª Vibração Original ou Linha de Yorimá

É a partir dessa linha que associamos os clássicos arquétipos desses orixás aos arquétipos astrológicos consagrados dos 7 astros, respectivamente segundo a lista: Sol, Lua, Júpiter, Marte, Vênus, Mercúrio e Saturno (Yorimá equivalente a Omulu).

Marte/linha de Ogum - expande a capacidade de enfrentamento práticos das situações, em suma expande a ação, a decisão

Saturno/ linha de Omulu - Obaluaye- expande as restrições, provações, tudo aquilo que foi plantado mal "floresce" mais claramente pela lei do retorno, o karma

Júpiter /linha de Xangô- expande as realizações, mostra os caminhos abertos, tudo aquilo que foi plantado no bem "floresce" mais claramente pela lei do retorno, o karma

Mercúrio/linha de Yori - expande as comunicações e o aprendizado, em suma expande o aprendizado teórico, a indecisão, pois se reflete mentalmente sobre várias direções.

Sol/linha de Oxalá - expande a visão das situações, coloca tudo às claras, potencializa a percepção intelectual, realça situações: a calmaria fica ainda mais visível, assim como o conflito também fica ainda mais claro

Lua/ linha das mães ou linha das águas, popularmente conhecida como linha de Iemanjá (Iemanjá, Nanã, Oxum, Iansã) - expande o sentimento em relação às situações, potencializa a percepção emocional, torna as situações mais suscetíveis ao emocional dos envolvidos

Vênus/linha de Oxóssi - expande a socialização, motiva as trocas intelectuais e emocionais entre as pessoas, uma preocupação maior com as aparências, a sexualidade

Agora que sabemos como as 7 linhas da Umbanda estão associadas aos 7 astros tradicionais da Astrologia (os astros Netuno, Urano e Plutão com longas órbitas em cada signo não são considerados) vamos entender os ciclos maior e menor.

Cada um dos sete astros (e sua respectiva linha de orixá) rege, ciclicamente, um grande ciclo de 36 anos, como se iniciou agora em 2017 com o grande ciclo de Saturno (deixarei um link ao final explicando porque cada grande ciclo tem 36 anos). A cada 252 anos (praticamente o tempo da órbita de Plutão) o grande ciclo de um planeta se repete, por isso que a última vez que tivemos um grande ciclo de Saturno ele aconteceu na época da Revolução Francesa e Americana.

Ao mesmo tempo temos a regência anual do planeta, conhecida como ciclo menor: a cada ano um astro (e sua respectiva linha de orixá) é o regente do ano

Agora que compreendemos como as linhas de orixás estão associadas aos planetas e como estes, segundo a Astrologia, regem os ciclos maiores e menores, vamos entender como é feito o cálculo para descobrir o astro regente do ciclo maior e do ciclo menor e, por conseqüência, a respectiva linha/orixá que vai reger o ciclo maior e o ciclo menor.

Os ciclos maiores são ordenados da seguinte forma: Saturno, Vênus, Júpiter, Mercúrio, Marte, Lua e Sol.

Os ciclos menores são ordenados da seguinte forma: Saturno, Júpiter, Marte, Sol, Vênus, Mercúrio e Lua

Os ciclos maiores estão baseados nos arquétipos da mitologia grega. Se observarmos os dias da semana, cada um deles foi dedicado pelas antigas civilizações à uma divindade (que por sua vezes representa um arquétipo), porém os ciclos maiores seguem uma ordem inversa aos dias da semana:

DIAS DA SEMANA

Domingo – Apolo (Sol)
Segunda – Artemis (Lua)
Terça – Ares (Marte)
Quarta – Hermes (Mercúrio)
Quinta – Zeus (Júpiter)
Sexta – Afrodite (Vênus)
Sábado – Cronos (Saturno)


CICLOS MAIORES DE 36 ANOS

Saturno (2017-2052)
Vênus (2053-2088)
Júpiter (2089-2124)
Mercúrio (1873-1908)
Marte (1909-1944)
Lua (1945-1980)
Sol (1981-2016)


A explicação para essa inversão (ciclos maiores no sentido contrário da ordem dos dias da semana) é que o simbolismo dos ciclos maiores não está ligado aos dias da semana (e suas respectivas divindades arquetípicas), mas sim à própria mitologia das divindades: Cronos ainda jovem castrou com sua foice o seu pai, Urano. A partir dos restos castrados que caíram na água, surgiu Afrodite. Somente depois disso é que Cronos teve o seu filho Zeus, que por sua vez deu origem aos outros deuses: Hermes, Ares, Artemis e Apolo. Ou seja, os ciclos maiores contam a história mitológica dos deuses gregos a partir de Cronos (Saturno) na construção do Monte Olimpo que arquetipicamente representa o sistema solar e na Astrologia o disco zodiacal tendo a Terra como centro no lugar do Sol

Já os ciclos menores respeitam a ordem decrescente, a partir de Saturno, dos astros com maior órbita. Temos, portanto:

Saturno – 29,5 anos
Júpiter – 12 anos
Marte – 2 anos
Sol – 1 ano (movimento aparente em relação à Terra, durante a translação, pois a Terra é o centro do disco zodiacal)
Vênus – 7 meses e meio
Mercúrio – 88 dias
Lua – 29 dias

Os ciclos maiores simbolicamente representam a criação dos deuses mitológicos, arquétipos dos astros e exatamente por isso sua ordem obedece ao surgimento do primeiro entre os 7 astros/divindades/arquétipos conhecidos pela Astrologia no passado. A partir do surgimento dos 7 astros se estabeleceu a primazia daquele com a maior órbita (Saturno) até a menor órbita (Lua) para identificar o fluir dos ciclos menores. Dessa maneira o astro regente do ciclo menor sempre que um grande ciclo de 36 anos se inicia é o mesmo do ciclo maior (exemplo em 2017 que se iniciou o grande ciclo de Saturno e Saturno rege o ciclo menor do ano)

Assim está explicada a tabela abaixo e porque tivemos em 2017 um ano regido duplamente por Saturno



Considerando todo o método mostrado nesse post e exemplificado na tabela identificamos claramente o ano de 2018 regido por Saturno no ciclo maior e por Júpiter no ciclo menor, o que significa que os orixás regentes de 2018 serão Omulu (esse todos os anos até 2052) e Xangô.

Astrologicamente falando essa associação estará ainda mais claramente representada pela passagem de Júpiter ao longo de praticamente todo o 2018 pelo signo de Escorpião além de Saturno junto com Plutão por Capricórnio, intensificando a luta pelo poder, posturas extremas e rígidas (eleições Brasil, conflito na Coréia do Norte, questão de Jerusalém no Oriente Médio). Saturno é o chumbo, Plutão é átomo (plutônio) e Júpiter/Xangô/Zeus representa os raios elétricos vindo do céu, associados a rigidez de Capricórnio e a profundidade de Escorpião. Tudo isso somado a um ano que será regido pelo Arcano A Força (11=2+0+1+8) e no Brasil O Diabo (até setembro) e depois a partir de setembro A Torre.

Espero trazer notícias melhores quando trouxer as previsões de 2018, mas a princípio essas posições com muita força e profundidade prenuncia que teremos um ano, a nível mundial, ainda mais conflituoso do que foi 2017. Não a toa o ariano Bolsonaro (Marte no passado antes de Plutão regia também Escorpião) e o escorpiano Lula serão os principais personagens de 2018 e não a toa a escolha dos tucanos foi pelo também escorpiano Alckmin e não a toa o principal herdeiro dos votos do nove dedos será o também escorpiano Ciro Gomes. Como Júpiter será o regente de 2018 e naturalmente rege Sagitário, além de passar boa parte do ano de 2018 em Escorpião, esses serão os dois principais signos impactados.  

Um exemplo que gosto de mostrar quando temos muitas posições fortes, violentas ou combativas no céu, como as que teremos no Brasil e no mundo em 2018 é o exemplo do sismo de Valdívia em 1960, considerado até hoje o maior terremoto da história que gerou um enorme tsunami. Aquele foi um ano regido por Saturno e com Saturno em Capricórnio, sendo que naquele dia Marte estava em Áries, o Sol cravado sobre Algol fazendo uma quadratura com Plutão em Virgem, além de Urano estar em Leão e junto a tudo isso Júpiter em movimento retrógrado e em falência em Capricórnio, muita tensão unindo terra e fogo, placas tectônicas e magma, dando origem ao maior sismo da história.

Mas nem tudo é desgraça: uma das faces de Júpiter/Xangô/Zeus é congregar várias pessoas ao redor de si, o intercâmbio com outras culturas, as viagens (do céu a Terra, do Olimpo aos homens) ainda que com um alto grau de competitividade e busca por superioridade, o que está representado pela Copa do Mundo, levando o Ocidente ao Oriente nas terras daquele que é o homem mais rico (fortuna de 200 bilhões) e poderoso do mundo: A Rússia de Putin (que além de sagitariano tem, assim como Lula, seu Plutão cravado no Meio Céu no signo de Leão)   

Aliás sobre Lula e Putin vale ressaltar: o pior período do ano para o nove dedos será entre 26 de junho e 10 de julho, período que Marte (antigo regente de Escorpião) estará retrógrado e que Júpiter estará retrógrado também em Escorpião e fazendo uma quadratura com Plutão e o meio céu do nove dedos em Leão, ou seja, mesmo que ele seja preso e solto por algum tempo em janeiro, nesse período não vai ter escapatória, ele estará definitivamente afastado da corrida presidencial e preso.

Já para Putin esse trânsito de Júpiter e Marte de 26 de junho a 10 de julho deve ser o período mais sensível e perigoso para um ataque terrorista em solo russo, especialmente no metrô, nesse período que coincidirá com a Copa do Mundo

Recentemente os anos regidos por Júpiter/Xangô têm prenunciado anos ainda mais conflituosos (que são regidos por Marte/Ogum). Em 2000 Júpiter foi o regente e no ano seguinte ocorreu o 11 de setembro, 2007 novamente foi regido por Júpiter e no seguinte ocorreu o grande crash de 2008, em 2014 Júpiter novamente foi o regente e no seguinte tivemos os mais terríveis ataques do isis

Curiosamente no futebol, a maioria dos 5 títulos do Brasil foram obtidos em anos regidos por Marte (2) e Sol (2) além de um ano regido por Mercúrio. Após a segunda guerra, as Copas do Mundo regidas por Júpiter foram 1954 (Alemanha venceu de forma surpreendente a Hungria na final após ter tomado um 8 a 3 dos húngaros de Puskas na fase de grupos), 1986 (novamente os alemães na final, mas dessa vez havia um Maradona no meio do caminho) e 2014 (novamente hermanos e alemães na final). Pelo chaveamento Argentina e Alemanha se encontrarão na semifinal e se minhas visões estiverem corretas e considerando o histórico das Copas em Júpiter é Argentina na final (contra o Brasil)


Porque o grande ciclo astrológico tem 36 anos:


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23 de nov de 2017

Eleições de 2018 e a Questão da Monarquia

Monarquia parlamentarista e intervenção militar


Esse texto é uma continuação dos temas abordados no texto anterior "eleições de 2018 e a questão da intervenção militar", portanto aconselho fortemente que se você não leu o referido texto leia antes de ler os parágrafos a seguir para que não fique boiando no assunto como Mark Wahlberg no filme "Mar em Fúria" :


De nada adianta parlamentarismo ou monarquia parlamentarista sem profundas mudanças (reforma política) na eleição dos parlamentares (voto distrital e demais mudanças descritas amplamente no livro "Brasil o Lírio das Américas", de 2014), assim como na questão do foro privilegiado, na estruturação da suprema corte (STF) além de mudanças profundas nas remunerações e vantagens financeiras para ser um parlamentar (pois enquanto for tão vantajoso financeiramente ser um parlamentar naturalmente as eleições atrairão candidatos interessados em se servir do Estado e não em servir à população) por isso é fundamental o fim de certas regalias, penduricalhos, aposentadorias diferenciadas, bem como a implementação de penas mais duras para corrupção e crimes cometidos por políticos, tudo isso naturalmente afastará os corruptos e maus políticos do interesse pela vida pública. Agora, apenas refletindo sobre esse parágrafo caro leitor, você acha que o atual Congresso vai realizar essas mudanças? Que a atual Suprema Corte aparelhada ideologicamente pelo petismo vai realizar essas mudanças? A resposta é claro que não! E pior ainda, mesmo com urnas auditáveis com voto impresso, ainda sim teremos por conta do atual sistema proporcional e do quociente eleitoral um Congresso que não será renovado para as próximas eleições.

Sem um Congresso renovado, menos corrupto e com fortes mecanismos de combate a corrupção fica inviável o parlamentarismo e menos ainda uma monarquia parlamentarista, pois não é um rei ou poder centralizador/moderador que vai coibir todo um sistema que precisa ser reconstruído. Antes de pensar em parlamentarismo, seja parlamentarismo ou parlamentarismo monárquico (que analisarei minuciosamente no decorrer desse texto) precisamos dessas reformas bem como outras essenciais, como a cláusula de barreira, limitando o número de partidos, permitindo uma verdadeira representação ideológica, permitindo que não apenas pelo voto distrital o eleitor saiba o seu candidato, mas também saiba o que verdadeiramente cada partido defende na sua essência. 

Vejamos por exemplo a questão do voto distrital abordada vastamente lá em 2014 no livro Brasil o Lírio das Américas: o distrital misto que talvez seja aprovado para 2018, mesmo assim só vai ajudar na renovação de metade do Congresso. Para o leitor que não leu o livro ou não conhece a essência do voto distrital, entenda como funciona no vídeo curto a seguir


Com o atual sistema apenas 36 parlamentares dos 513 foram eleitos pelo voto, o resto entrou por escolha do partido, puxadores de voto, suplentes e outras obscenidades que o atual sistema permite. Esse é o mesmo sistema que valerá para as eleições de 2018, o que deixa claro que mesmo com as urnas com voto impresso não teremos renovação alguma em 2018.

Por isso fica evidente que o sistema não vai permitir as mudanças, reformas necessárias, pois isso vai contra os próprios interesses do sistema. Sem uma interferência direta de uma instituição valorizada pelos seus ideais e disciplina que possa, em um curto espaço de tempo, realizar as reformas necessárias para que novas eleições realmente democráticas possam acontecer, de nada vai adiantar propor parlamentarismo, monarquia parlamentarista ou qualquer outro sistema de eleição, pois o sistema com as atuais regras apenas busca preservar a si mesmo e não vai realizar as mudanças necessárias que iriam contra seus próprios interesses.

Por isso a necessária interferência de uma instituição com honestidade, disciplina e amplo apoio popular (considerada por quase 80% dos brasileiros a mais honesta e menos corrupta). Sem intervenção militar não teremos como modificar em curto prazo o atual sistema e isso precisa ficar bem claro, inclusive para os defensores da monarquia, até porque entre restaurar uma monarquia com poder moderador (da época de Pedro II) que atualmente não existem em lugar nenhum do mundo (a exceção do Oriente Médio) e colocar uma junta militar temporária formada por generais que já provaram serem incorruptíveis pela filosofia vermelha para organizar o sistema democrático com as reformas necessárias eu escolho sem dúvida o general Mourão. E mesmo quem acha que a família real poderia dar conta de um monarca exercendo um poder moderador (poder que repito, não existe em monarquia alguma da Europa) mesmo assim quem colocaria o monarca lá? O Congresso? Essas reflexões iniciais são fundamentais tanto para monarquistas como quem não conhece do assunto e já comprou a idéia de que restaurar a monarquia seria a solução de tudo, pois há uma grande diferença entre as monarquias existentes nos dias de hoje, sobretudo aquelas de sucesso como na Europa, daquela que existiu na época de Pedro II, pois hoje eu repito: não existe na Europa NENHUMA monarquia, seja parlamentar ou não, que possua um poder moderador. Que isso fique bem claro para que possamos entender como funciona o sistema monárquico e em especial o sistema parlamentarista monárquico.  

O SISTEMA MONÁRQUICO

Recentemente o movimento pela volta da monarquia tem crescido bastante e muitas pessoas têm comprado a idéia de que a monarquia seria o sistema que solucionaria os problemas do país, trazendo os gloriosos tempos de Pedro II novamente (época que o país crescia de forma relevante e tinha papel destacado no cenário internacional). Mas afinal, será mesmo a monarquia a solução para os nossos problemas atuais? Vamos analisar os tipos de monarquia existentes atualmente, inclusive os exemplos de maior sucesso atualmente no mundo e analisar qual era o sistema monárquico vigente na época de Pedro II 

Tipos de Monarquia

Basicamente temos três tipos de Monarquia: Absolutista ou Despótica, Constitucional e Parlamentarista.

Monarquia Absolutista ou Despótica - O monarca (rei ou rainha) é tanto o chefe de Estado como o chefe de governo, com poderes absolutos acima das outras instituições do Estado, representando os três poderes e tendo sua autoridade superior a própria Constituição que nesse caso representa tão somente a última palavra do monarca. Atualmente somente algumas nações do Oriente Médio adotam esse modelo, como Bahrein, Omã, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos. A única exceção é o Vaticano. No passado vários países europeus adotaram esse sistema de governo, como por exemplo, a França de Luis XIV ou de Napoleão (França que décadas atrás aboliu definitivamente a monarquia em prol do parlamentarismo) ou ainda a Inglaterra (até a Revolução Gloriosa e atualmente preserva a figura do monarca no sistema de parlamentarismo monárquico, sendo a Rainha Elizabeth chefe de Estado mas sem nenhum poder no Governo não podendo interferir no parlamento)

Monarquia Constitucional - É um modelo bem semelhante à Monarquia Parlamentarista com algumas pequenas diferenças: em ambas o monarca é o chefe de Estado e não o chefe de governo (que nesse caso cabe ao primeiro ministro dentro do parlamento) e ambos estão subordinados à Constituição elaborada pelo parlamento. A diferença é que na Monarquia Constitucional o monarca pode possuir alguns poderes de ação dentro do Legislativo, o que não acontece no parlamentarismo e nem na Monarquia Parlamentarista, salvo exceções como Portugal e França, que apresentam um parlamentarismo "semi presidencialista" no qual o presidente tem alguns poderes dentro do Governo além de meramente Chefe de Estado. A Espanha é um exemplo de Monarquia Constitucional onde o monarca exerce alguns poderes de chefe de governo sobre o parlamento em determinadas questões governamentais, exercendo na forma de Monarquia uma espécie de governo bem semelhante à existente no parlamentarismo francês e português, modelos de governo que presidente e primeiro ministro dividem alguns poderes e são na prática chefes de governo. Outros exemplos de Monarquia Constitucional são a Austrália, o Canadá, Japão e a Malásia.

Monarquia Parlamentarista - É basicamente um regime parlamentarista, com a diferença que o cargo presidente é substituído pelo monarca que vai exercer a chefia de Estado, enquanto que o primeiro ministro exerce a chefia do governo. Exemplo de países que adotam esse modelo: Noruega, Holanda, Dinamarca, Suécia

Atualmente temo 44 monarquias existentes no mundo, sendo a maioria delas monarquias constitucionais/parlamentaristas, nas quais o monarca não tem nenhum poder de fato, cabendo ao primeiro ministro do parlamento o papel de governador e ao monarca o papel de chefe de Estado (semelhante ao cargo de presidente eleito no sistema parlamentarista) salvo algumas exceções, nas quais o monarca apresenta algum poder na chefia do governo, mesmo assim restrito a Constituição. Apesar de a hereditariedade ser a característica mais comum das monarquias em algumas delas o monarca é eleito pela cúpula do Governo ou do parlamento, como por exemplo, no Vaticano (papa eleito pelos cardeais) ou ainda na Malásia.      

A Monarquia de Pedro I e II - de 1822 a 1889 o Brasil viveu o período do Império do Brasil. Em 1824, Pedro I estabeleceu (na verdade outorgou, impôs) a primeira Constituição do Brasil que conferia amplos poderes ao Imperador. Ao final de 1843, Pedro II assumiu ao atingir a maioridade 

Na prática, o Brasil viveu nesse período (1843-1889) uma Monarquia Constitucional, porém muito mais próxima do modelo Absolutista do que do modelo Parlamentarista. Se trouxéssemos para os dias atuais os poderes que Pedro II teve naquele período durante o seu reinado, ele teria muito mais poder do qualquer monarca possui atualmente nas monarquias constitucionais e parlamentaristas da Europa, Canadá e Austrália que são os modelos de sucesso constantemente citados pelos monarquistas como argumento para volta da Monarquia, apenas se esquecem de mencionar que nenhuma dessas atuais monarquias de sucesso possui um poder moderador, algo que atualmente somente monarquias absolutistas como as do Oriente Médio possuem.

SOBRE O PODER MODERADOR

D. Pedro II exercia não apenas o poder de Chefe de Estado dando as diretrizes do Exército como também exercia na prática a função de primeiro ministro, lidando com as crises políticas entre conservadores e liberais. Entre final de 1840 e início de 1880 o Brasil viveu seu apogeu econômico e isso se deve em boa medida ao investimento nas Forças Armadas para lidar com os conflitos na América Latina e conter as revoluções e insurgências que aconteciam dentro do Brasil, como também adotar forte investimento na infraestrutura do país (a semelhança do que aconteceu no período militar na época do milagre econômico).

Considerando tudo isso é fácil concluir que não foi o regime monárquico o responsável pelo crescimento do país, mas sim a boa estratégia de um líder forte para lidar com os desafios do cenário internacional, estratégia que seria posteriormente repetida no período militar também marcado pelo grande crescimento econômico.

Com o florescimento da democracia e exemplos de sucessos que vemos hoje (parlamentos europeus) é impensável imaginar que um herdeiro da coroa fosse coroado rei ou imperador nos mesmos moldes da época de Pedro II (chefe do poder moderador, executivo e conselho dos ministros, ou seja, na prática um monarca absoluto) até porque a única instituição que goza de amplo apoio popular, reconhecida como não corrupta e que resistiu ao aparelhamento marxista durante o governo vermelho foi exatamente o Exército, inclusive acostumado a lidar com constantes análises do cenário político.

Nesse cenário é uma temeridade cogitar uma monarquia absolutista ou um poder moderador (que, repito, não existe em lugar nenhum do mundo atualmente a exceção do Vaticano e Oriente Médio) para um monarca não-eleito (herdeiro da coroa) com amplos poderes e um governo que poderia perdurar por 30, 40 anos, poder demais para uma pessoa por mais bem intencionada que estivesse, nem no período militar isso aconteceu, pois as trocas de governo aconteciam a cada mandato.

Mesmo a idéia de uma intervenção militar é algo pontual, com um período definido, exatamente para possibilitar reformas necessárias e a restauração de bases mínimas e saneadas para o Sistema Democrático e não algo permanente como um governo militar absoluto ou um monarca com poder moderador.   

Os exemplos de sucesso que vemos hoje, como Noruega, Austrália, Inglaterra, Suécia, Dinamarca são de países que apresentam um modelo parlamentarista de sucesso, no qual ao invés de um presidente eleito como chefe de Estado com poderes quase nulos em relação ao chefe de Governo (que é o primeiro ministro) o que temos é ao invés do presidente um monarca.

Todos esses exemplos de monarquias bem sucedidas na atualidade (basicamente exemplos de parlamentarismo bem sucedido) mostraram claramente que não é a monarquia que define o sucesso desses países, mas sim o modelo parlamentarista, além de outras características que são comuns a esses países: facilidade para empreender (menos burocracia, maior segurança jurídica), gasto menor com a máquina pública e maior com o bem estar social, mas, sobretudo o ponto principal: a boa distribuição de renda: nesses países, 20% do pib está nas mãos dos 10% mais ricos, enquanto que 40% do pib está nas mãos dos 60% mais pobres

EXISTE PODER MODERADOR NA EUROPA? COMO OCORRE A DISSOLUÇÃO DE UM PARLAMENTO??

Atualmente, a exceção das monarquias absolutistas nenhuma outra monarquia possui um poder moderador nos moldes da época de Pedro II. Então como ocorre a dissolução de um parlamento? Por uma simples ordem do rei? É claro que não. Vejam como uma monarquia efetua a dissolução do parlamento:


A essência do parlamentarismo é definir claramente os espectros ideológicos e filosóficos da política dentro de poucos partidos e de um número de parlamentares que representarão os anseios do povo (por isso a necessidade de uma reforma política que adote o voto distrital, cláusula de barreira para limitar os partidos em número e a eleição mais clara de representantes do povo pelo voto, feito por máquina com recibo impresso nas urnas eletrônicas). Dito isso o parlamentarismo fortalece a articulação dos partidos que possuem maioria dos votos da população, pois é o parlamento que define quem será o primeiro ministro.

Como dito no texto anterior é preciso aparar as arestas dentro da direita, inclusive entre monarquistas e republicanos. Sem a aproximação dos apoiadores do exercito e dos monarquistas lutando pelas reformas necessárias para a reconstrução da democracia e do sistema político partidário do país será muito difícil realizar qualquer mudança efetiva no Congresso. Monarquistas e defensores dos militares precisam se unir suas forças pelo apoio popular, mas, sobretudo em prol de um sistema parlamentarista e, mesmo que monárquico, dentro dos moldes das atuais monarquias parlamentares de sucesso existentes na Europa e não tentando trazer de volta uma monarquia com poder moderador, coisa que só existe hoje em monarquias absolutistas do Oriente Médio e que não cabem mais no mundo moderno.

Sem dúvida os regimes europeus, do Canadá e Austrália que adotaram a monarquia parlamentarista/constitucional são regimes modernos e de sucesso mas nenhum deles, repito, NENHUM deles adota poder moderador como o que existiu na época de Pedro II.

Temos que lutar para fortalecer a democracia, as instituições, depurar a corrupção do sistema, aperfeiçoar o sistema e dentro de vastas reformas o parlamentarismo monárquico é uma ótima opção, desde que nos moldes europeus, do Canadá ou Austrália, mas sem essa conversa de restaurar poder moderador da época de Pedro II pois isso, repito, só existe atualmente em monarquias absolutistas do Oriente Médio.

É o parlamentarismo (seja monárquico ou não) em conjunto com as amplas reformas citadas aqui que permitirá o Brasil avançar. Só que isso só vai acontecer com forte apoio popular e intervenção militar para efetuar essas reformas, devolvendo verdadeiramente a democracia para o Brasil, democracia que em nada se alinha com poder moderador, algo que não existe nas monarquias européias. Esse é o caminho e eu espero que o tema tenha ficado bem esclarecido tanto para monarquistas como para algumas pessoas que ainda não conhecem muito bem o regime monárquico ou que compraram a idéia que supostamente algum país europeu teria um poder moderador (pois não tem)

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18 de out de 2017

O Lírio das Américas - As Forças Armadas e a Destruição da Torre de Babel



Antes de trazer a mensagem que os amigos guardiões Anik e Jeremias transmitiram ao longo dos últimos dias diante dos recentes acontecimentos da política brasileira, esclarecendo de forma clara as novas estratégias das sombras até as eleições de 2018 e também qual a estratégia que as equipes de guardiões estão adotando e adotarão até o final de 2018, aconselho que tanto o leitor novo da página que ainda leu os trechos a seguir extraídos dos livros "Brasil o Lírio das Américas" (2014) e "Brasil: Ordem em Progresso" (2016) como os leitores que já possuem as obras, releiam essas passagens, pois elas ajudarão a compreender o contexto do que será explicado na mensagem trazida por Anik e Jeremias.

Adianto que o texto será longo (textão) e além de lido deve ser relido e analisado. Advirto também, antes da leitura, que se ainda tem algum marxista, gramscista, petista, comunista ou socialista nessa página, médium ou não, você está no lugar errado, pois esse espaço não abre um milímetro sequer para qualquer retórica de apoio a tais "filosofias" sendo que essas "filosofias" jamais contarão com o apoio dos guardiões superiores

E sim, continuarei fazendo como tenho feito desde 2014 de forma pioneira o trabalho de esclarecimento dos bastidores astrais da política (trabalho pioneiro feito aqui) juntamente com a divulgação do planejamento a curto e médio prazo das ações dos guardiões superiores para o Brasil e o mundo, trazendo com alto grau de acerto na concretização de tais informações (tanto pelos detalhes como pelas datas), até porque não adianta ficar falando só de "bastidores" a respeito de fatos que já ocorreram, mas sem comprovar verdadeira capacidade de acesso ao futuro planejado pelos guardiões superiores (acesso que comprova verdadeiro contato com os guardiões superiores) 

Dito isso, vamos lá:

O QUE FOI PREVISTO ATÉ AGORA

Primeiro de tudo: a previsão de que o caminho de mudanças do Brasil seria decidido entre 2014 e 2018 ( hoje sabemos tratar-se da lava jato, operação iniciada em meados de março de 2014), sendo que o texto foi publicado no blog em 1º de janeiro de 2014, meses antes do petrolão e do início da operação:

"Brasil, seu caminho de mudanças será decidido entre 2014 e 2018. Postergado talvez, evitado, jamais. Seu povo escolherá se deseja liderar o processo de mudanças nas Américas ou se será levado. Novo até 2018, renovação completa entre 2022 e 2029."

"Essa revolução espiritual terá sua contrapartida no mundo físico. O que foi visto em junho de 2013 é apenas uma pálida imagem do que vem por aí. A história nos conta que todos os grandes impérios tiveram sua ruína exatamente quando a corrupção, os desmandos, a sede pelo poder atingiu seu ápice e estamos vendo isso aqui no Brasil, o grande império da America do sul, que esse ápice não esta longe de acontecer, o atual sistema que rege esse "império" vai ruir em breve." (texto de 17 de março de 2014 no blog, o primeiro dia da Lava Jato)

O livro "Brasil o Lírio das Américas" lançado em 2014 descreveu na página 270 o fim do populismo na América do Sul, estipulando o cronograma da missão dos guardiões entre 2012 e final de 2017, exatamente como temos visto acontecer nos últimos 3 anos (a ascensão de Macri, a eleição de um novo parlamento contra Maduro bem como a maioria do povo venezuelano indo as ruas seguidamente contra o governo, além é claro da queda da governanta e a condenação do nine):

"De toda forma, os recentes acontecimentos desde as manifestações de junho em 2013 no Brasil, passando pelas manifestações na Venezuela contra o presidente Nicolás Maduro e chegando atualmente nas greves e problemas econômicos da Argentina, mostram que o projeto de poder está trabalhando intensamente para influenciar esses três países a aproximarem-se mais do modelo mais liberal e capitalista da Aliança do Pacífico, que reúne México, Peru, Colômbia e Chile e assim sepultar a idéia de uma república ou bloco bolivariano majoritário na América do Sul." (Brasil o Lírio das Américas, página 270)

"A insatisfação da população com os desmandos, corrupção, desigualdade chegará a tal ponto que a população buscará uma nova forma de protestar, livre de partidarismos políticos." (A previsão dos panelaços, "Brasil: O Lírio das Américas" página 301)

"Não apenas utilizamos o material humano disponível, como também buscamos criar situações adequadas ao próprio caráter e motivações dos envolvidos, permitindo que eles mesmos, entre eles, tragam pelo próprio enfrentamento e guerra de egos, aquilo de errado ou ilícito que até então estava oculto, escondido" (Brasil: Ordem em Progresso, julho de 2016, página 137)

"O desejo coletivo por maior segurança, organização e combate a corrupção – complementou Jeremias – será algo cada vez mais intenso nos próximos anos José, principalmente no Brasil. Após quase uma década e meia, vivenciando um mesmo modo de Governo que se mostrou falido, as pessoas buscarão novas saídas, uma profunda ruptura com tudo que deu errado nesse período. Em suma, buscarão uma saída que seja oposta a tudo aquilo que foi praticado até aqui." (Brasil: Ordem em Progresso, página 144)

"A idéia dos grupos trevosos é conseguir com o passar dos próximos anos tentar fortalecer essa base mais radical e ao mesmo tempo fazer oposição feroz a qualquer forma de governo que não tenha o atual partido do governo como a liderança executiva. Essa pequena resistência é que será responsável, pelos idos da década de 20, como foi explicado em um dos livros que trabalhamos (Brasil o Lírio das Américas) de um processo de união pela democracia e contra corrupção política ainda mais efetivo, unindo a sociedade brasileira, prioritariamente o Exército, o Judiciário e o empresariado para sepultar de vez por todas qualquer ideário ligado a ditadura, partido único ou política de viés comunista em solo brasileiro.” (Brasil: Ordem em Progresso, página 148)

"É natural que cada vez mais a parcela descontente da sociedade – acrescentou Anik – com o modelo atual de governo canalize esperanças em um discurso mais radical e que expresse total oposição ao estado das coisas que o governo vermelho estabeleceu nos últimos 13 anos. Obviamente que em um cenário como esse, o nome do Bolsonaro se destacaria, mas a esquerda mais radical faria de tudo e fará qualquer coisa para impedir uma candidatura dele. Com um olhar resignado, o homem da túnica azul Royal completou: – Ele mesmo sabe que corre esse risco e exatamente por isso está preparando um plano B, um sucessor que possa concorrer caso ele muito provavelmente não possa e é exatamente esse sucessor, que sempre tem acompanhado pessoalmente cada entrevista que ele tem concedido o plano principal dos guardiões para esse processo de mudanças já profetizado anteriormente, permitindo que outras “peças” importantes possam surgir durante a década de 20, como “a mulher do judiciário” e o “homem do cavalo branco” (Brasil: Ordem em Progresso, página 150) Observação: maiores informações sobre esses dois personagens a partir da página 301 do livro "Brasil: O Lírio das Américas"

“Teremos o Brasil regido durante as eleições pela carta A Torre (que entra em setembro de 2018) enquanto que o mundo estará regido pela carta A Força. A nível mundial nós teremos um sentimento de coragem, bravura para encarar problemas espinhosos, vontade férrea para superar difíceis obstáculos (situações que estavam sendo “empurradas com a barriga” ou que não estavam totalmente resolvidas). Já no Brasil este sentimento será ainda mais potencializado, pois a carta A Torre (representada por um raio caindo e quebrando o alto do castelo) representa a libertação, a destruição completa daquilo que não serve mais, início de algo totalmente novo.” (Brasil: Ordem em Progresso, página 147)

O FUTURO PRÓXIMO - DE 2018 A 2022

"Seu povo escolherá se deseja liderar o processo de mudanças nas Américas ou se será levado. Novo até 2018, renovação completa entre 2022 e 2029."

A previsão acima feita em janeiro de 2014 e que vem se cumprindo desde então traz muito claramente uma afirmativa: o povo pode liderar o processo de mudanças de forma mais ativa ou ser levado pelo transcorrer dos fatos (uma postura mais ativa ou mais omissa de lutar pelas mudanças). Em ambas as opções, também descritas no livro "Brasil: O Lírio das Américas", também de 2014, como a pior (ser levado) e melhor (liderar o processo) hipóteses do processo de Revolução (com seu ápice em 2022), em ambas a presença do Exército de forma mais ostensiva dentro do governo ficou muito clara, como descrito no livro, na página 299:

"mantendo forte aparelhamento e gastos com a máquina governamental para conseguir apoio político no Legislativo e lutando ferozmente pelo poder político ao invés do bem do Estado, tenhamos o aumento da corrupção, o desgaste ainda maior do sistema político e severos problemas econômicos que impulsionarão uma terrível revolução semelhante a acontecida na época da Revolução Francesa, entre os anos de 2020 e 2022. Tal processo sangrento unirá setores da classe média, militares e membros do judiciário no combate de forma impiedosa a todo tipo de corrupção e controle do Legislativo e Executivo, através de uma presidência compartilhada entre três membros: um da esfera militar, um da esfera judiciária e um da esfera popular, criando um governo de coalizão popular, limitando o poder do Legislativo e aprovando reformas necessárias. Um cenário difícil que atrasaria em dez anos o processo de transformação política e social do país, pois seria necessário reconstruir novamente toda a democracia a partir do zero."

Na melhor das opções as forças militares que contam com apoio expressivo da população chegarão ao poder pela via democrática (leia-se voto) através de um candidato que representa as forças armadas. Na pior das opções, as forças militares também chegarão ao poder, só que através de um processo que, como mencionado no trecho final do livro, precisará reconstruir a democracia a partir do zero (o que hoje fica muito claro para mim como um processo ainda que indesejado, mas a última barreira para permitir a harmonia entre Judiciário e Legislativo).

Não por coincidência temos observado nas últimas semanas o posicionamento de diversos generais, tanto da ativa como da reserva, em apontar claramente que a harmonia dos poderes precisa ser respeitada, que a investigação dos casos e combate a corrupção deve ser efetiva e sem embaraços por qualquer um dos poderes (ou seja, que não deve existir manobras para o impedimento de investigações de políticos), que candidatos condenados não podem concorrer ao posto máximo do Executivo e que nenhuma manobra para evitar a candidatura de um candidato das forças armadas, da ativa ou reserva, será permitida. Não foi apenas o recado isolado, mas sim de vários generais, demonstrando claramente que as forças armadas estão prontas para intervir e restaurar a democracia, caso as rupturas já evidentes nas pilastras que sustentam a harmonia das instituições e sua capacidade de depuração tornem impossível a sustentação do edifício que está assentado o Estado de Direito.

Sendo ainda mais claro, qualquer manobra política ou jurídica que permita a candidatura de Lula em 2018 ou impeça a candidatura de Bolsonaro em 2018 ensejará uma intervenção ANTES do pleito de 2018. Da mesma maneira a insistência do Legislativo em impedir a investigação das vastas provas contra o presidente pelo Judiciário e ao mesmo tempo autoproteger os parlamentares investigados também pode ensejar uma intervenção dependendo, nesse caso, do apoio popular. Foi isso que foi dito nas entrelinhas e de forma não tão velada nas recentes manifestações de membros de alta patente das forças armadas. Por tudo isso eu digo tranquilamente que não há a menor possibilidade de um candidato de viés marxista ser eleito presidente em 2018. De uma forma ou de outra, sobretudo em 2022, mas já a partir de 2018, o processo de limpeza das instituições será intensificado, de forma mais positiva se a população se engajar mais, mas de qualquer maneira acontecerá e contará sim com a presença mais destacada do Exército, como alias já vem acontecendo nas questões de segurança nos estados.

Os guardiões superiores estão fazendo tudo que podem para acelerar o processo de limpeza do país e certamente poderiam fazer muito mais se o engajamento popular nas manifestações fosse maior. Como foi previsto lá em 2014, o governo vermelho cairia em breve e caiu, um gigantesco esgoto de corrupção e propinocracia foi limpo, mas ainda restava (e resta) um esgoto ainda que menor: o do atual sistema de corrupção dentro do Estado, controlado pelo partido do atual presidente. Como foi dito durante 2016 e no final de 2016, o trabalho estava e está sendo feito para retirar o atual presidente e todo o sistema partidário que ele controla, primeiro com a tentativa no TSE e depois com a primeira denúncia na Câmara. Repetimos: se houvesse maior engajamento popular na cobrança desses casos, certamente o presidente já teria caído bem como o sistema que ele controla. Obviamente que retirá-lo não vai "zerar" o esgoto, mas já traz um cenário de limpeza bem melhor.

O mesmo acontece agora com a segunda denúncia: novos acontecimentos escancaram as fraturas do Estado de Direito, novas provas e vídeos comprovam de forma indubitável as negociatas graças a manipulação que o nosso Departamento de Inteligência realiza, utilizando as motivações e sede de poder dos próprios envolvidos para entregarem seus superiores ou comparsas (como no recente caso da divulgação dos vídeos da delação que não havia sido liberada pelo STF, mas mesmo assim foi divulgada pelo presidente da Câmara, escancarando as provas contra o presidente da República) ou ainda manipulando antigas richas, como a de  jornalistas notoriamente esquerdistas que se utilizam da maior emissora do país para a cada dia massificar mais as denúncias contra o presidente da República. Sim, estamos manipulando todos eles, fazendo com que sirvam ao propósito maior de realizar a limpeza que o país precisa, ainda que pessoalmente sejam esses agentes movidos muito mais por questões pessoais menos nobres.

Ainda que tudo isso não seja suficiente para retirar o atual presidente continuaremos motivando o engajamento popular e já cientes que uma maior presença militar no Estado Democrático de Direito não vai tardar. Nós guardiões somos a força militar e policial das esferas celestes e servimos ao Grande Conselho e o nosso Governador Planetário e continuaremos o trabalho de limpeza para colocar em 2018 alguém que não esteja envolvido com corrupção, que não apóie a pauta marxista e esteja verdadeiramente preocupado em construir uma economia mais liberal, um Estado mais seguro e produtivo. Os partidos e políticos responderão pela corrupção que disseminaram, aqueles que ainda acham que podem triunfar através de um grande acordão estão redondamente enganados, pois as verdadeiras forças, militares e da justiça, deste e do outro lado, reconstruirão as vigas do Estado de Direito, eliminando os agentes daninhos que as corroíam

Jamais apoiaremos o marxismo, o gramscismo ou comunismo. A pauta desses e de todas as filosofias a esses interligadas é baseada na mentira e no ódio. No ódio, pois se aproveita de sentimentos de raiva mal resolvidos das pessoas em relação a outras, seja pela cor da pele, pela opção sexual, pela posição social, pelo local de nascimento. É a doutrina que busca identificar e manipular o sofrimento das pessoas: o nortista que se sente discriminado pelo sulista, o pobre em relação ao rico, o empregado em relação ao empregador, e assim manipulando e disseminando a mentira que somente o partido ou o "ideal social" da luta contra aquele que supostamente oprime é a saída, com a mentira de que o partido ou a ideologia (comunista, socialista, marxista, gramscista) teria a suposta virtude inquestionável de trazer justiça social para o mundo, supostamente transformado o ódio em justiça. Criaturas mentirosas que na verdade fomentam o ódio e a mentira sob a falsa máscara de justiça social, vocês nunca contarão com o apoio dos guardiões superiores, são cegos que não conseguem guiar nem a si próprios e menos ainda a outras pessoas. A queda de vocês, como tem sido do sistema vermelho desde 2014 é inevitável.

O JOGO QUE ESTÁ SENDO JOGADO

Como mencionamos anteriormente, nós utilizamos os interesses, por vezes escusos, daqueles que estão no poder, manipulando essas pessoas para que elas na sua ânsia por poder briguem entre si e entreguem as informações que precisam vir a luz para realizar a limpeza da República. Recentemente o PMDB e o DEM iniciaram uma briga por trazer para os seus partidos deputados descontentes do PSB e da ala mais jovem do PSDB (os cabeças pretas, mais liberais e menos centro-esquerda que a ala antiga), além do DEM buscar alguns parlamentares descontentes do PMDB. O objetivo do DEM é aproveitar o receio de muitos deputados com o enfraquecimento do PMDB diante da opinião pública ao mesmo tempo do descontentamento do "centrão" para criar um novo partido, maior e mais forte que o PMDB, capaz de lançar um candidato forte para 2018, uma alternativa mais ao centro e com uma suposta cara de "novo" para rivalizar com a direita (Bolsonaro) e a esquerda (pt, psol, pdt, pc do b e companhia). Como parte desse jogo o presidente da Câmara (que é do DEM) decidiu definitivamente romper com o vampirão, expondo os vídeos da delação de Funaro (doleiro do Cunha) com provas robustas contra a alta cúpula peemedebista, além de divulgar o numero privado do presidente (uma canelada desnecessária, mas apenas para não deixar dúvidas da sua mudança)

Para os guardiões essa briga entre os dois políticos por poder é ótima, pois tem por objetivo retirar o atual presidente da República e a cúpula peemedebista do poder, cúpula que esteve 13 anos no poder com o partido vermelho e infelizmente escolheu continuar com o esquema de propinocracia. Certamente o atual presidente da Câmara como presidente interino até eleições indiretas antes de 2018 para um mandato tampão não é um anjo de inocência na política, mas ao menos representa algo menos pior e que vai colaborar para diminuir um pouco o tamanho do esgoto de propinas, com a queda dos dois principais partidos do sistema de propinocracia criado pelo partido vermelho.

Dito tudo isso, os limites estão muito bem definidos: mesmo que o vampirão se agarre ao cargo como a múmia na cripta e fraturas ainda existam no Estado e suas instituições, a candidatura do nove dedos assim como o impedimento da candidatura de Bolsonaro não vai acontecer, os limites para isso foram colocados claramente pelos generais. E mesmo sem cair, o presidente estará como um "pato manco", com o seu partido perdendo poder para outro partido e assim, definitivamente, perdendo poder de ação para os próximos governos. Ainda que não seja o cenário ideal (e continuamos trabalhando pela queda dele), de uma forma de outra tanto o partido vermelho como o PMDB estão com os seus dias de poder contados.

AS ELEIÇÕES DE 2018

Maia e o DEM buscam fortalecimento, sobretudo com o chamado "centrão" e nesse jogo é fundamental conseguir a queda de Temer. Isso não apenas quebraria vários esquemas do PMDB como já deixaria o PMDB fraco para as eleições presidenciais, permitindo que o DEM surgisse como uma força de centro, menos fisiológica que o PMDB e mais aliada ao centro, até mesmo as idéias liberais na economia, o que seria um passo importante no processo de sepultamento definitivo do marxismo no país.

Tanto PMDB e DEM estão lutando tanto nos bastidores pela hegemonia na Câmara, pois há um cenário que teoricamente seria muito favorável para qualquer um deles que consiga conquistar o domínio do centrão: o PSDB está fraco e rachado com um candidato (Alckmin) que não supera a barreira dos 15%. Considerando uma candidatura de esquerda que herdará parte dos votos de Lula (seja Marina, Ciro Gomes) também na mesma faixa de votos (15%) e com a certeza de que Bolsonaro vai para o segundo turno (com margem de 20% dos votos), o PMDB e o DEM sabem que qualquer um deles que for para o segundo turno tem grande chance de derrotar Bolsonaro, por herdar o voto petista-pró-lua-anti-lava-jato que não aceita Bolsonaro. A estratégia do DEM é trazer alguém novo na política, com apoio "global" e de parte do empresariado, além de ter algum apelo popular, algo semelhante ao ocorrido em 1989 quando Silvio Santos foi candidato, dessa vez o candidato midiático seria Luciano Huck. Seria o nome que o DEM e boa parte da esquerda votaria em peso para evitar a eleição de Bolsonaro.

O PMDB por sua vez apostaria no atual discurso de recuperação econômica, tentando uma chapa voltada para a gestão econômica e administrativa com Dória e Meirelles, varrendo as denúncias de corrupção pra debaixo do tapete. Boa parte do mercado financeiro do establishment, que enriqueceu com Meirelles a custa de alta de impostos e ausência de medidas financeiras reais (pois não diminui spread, os juros a taxas reais e não aumentou crédito barato a pequenos empresários) nos governos vermelhos. Toda a ala esquerdista e mega empresários que enriqueceram nesse período apoiariam essa candidatura em um segundo turno para evitar a eleição de Bolsonaro.

Mas como então será possível falar em eleição de Bolsonaro em um cenário claramente desfavorável para um segundo turno, mesmo sem a presença de Lula na corrida presidencial? Se o próprio Bolsonaro já sinalizou o interesse de encher o governo e ministérios com técnicos e pessoas vindas das forças armadas, além de recentemente flertar com os ensinamentos econômicos da escola liberal austríaca (em boa parte pela ajuda do seu filho Eduardo que está se formando no tema), além de ser um candidato ficha limpa sem ligação com esquemas de corrupção, temos senão o melhor nome, aquele que está mais adequado a todo o cenário de mudanças previsto desde 2014.

Então o que falta para que todo o processo de aliança do Exército e do Judiciário (leia-se Lava Jato) se concretize, permitindo um governo totalmente novo a partir de 2018 com profundas mudanças? A resposta está na mulher do Judiciário, a mulher vinda da Lava Jato, aquela que vai compor a chapa presidencial de 2018 e definitivamente permitirá o triunfo do planejamento dos guardiões superiores e o cumprimento da profecia

Até lá que a população possa se engajar pela refundação da República, entre 15 de novembro de 2017 e 15 de novembro de 2018. As forças celestes, militares e da justiça, nos dois lados da vida trabalham para que isso aconteça e precisamos do apoio de cada um de vocês

É o que eu e os amigos guardiões sinceramente desejamos e trabalhamos para o futuro do Brasil


A espada de Miguel e o cronograma da Transição Planetária:

5 de out de 2017

Experiências com Projeção Astral - As Recentes Novidades sobre o Brasil

São Miguel, São Jorge

Após os recentes acontecimentos na América Central e Caribe durante a visita do papa à América cumprindo a profecia de Parravicini, Nostradamus e também a visão sobre um grande terremoto e grandes inundações na região da placa de cocos e do Caribe que foi trazida um ano e meio atrás no blog, algo muito estranho foi divulgado pelo governo americano: que vários diplomatas americanos sofreram um ataque com uma suposta arma supersônica em um hotel famoso de Cuba (o hotel Capri) o que causou perda de audição e inchaço cerebral em vários embaixadores americanos. A questão é que os próprios agentes do FBI afirmaram que uma arma supersônica não poderia causar os danos cerebrais que foram apresentados nos diplomatas.

Para aqueles que já conhecem as informações trazidas nos livros, em especial “Brasil o Lírio das Américas” e “Armagedoom 2036” não é novidade que há espionagem no mundo astral e não apenas por milícias umbralinas, mas por grupos treinados de encarnados com tecnologia avançada patrocinada em especial pelos governos dos EUA (projeto Stargate) e Rússia (projeto Drakon) para atuar em missões de espionagem astral com soldados psíquicos conhecidos como “skywalkers”.

Coincidência ou não, as primeiras informações sobre esses dois projetos, trazidas nos livros citados, foram obtidas através do departamento de inteligência (e espionagem) dos guardiões ligados às equipes de Anik e Jeremias e que se confirmaram depois do lançamento do livro em 2014, demonstrando que não apenas os guardiões estavam atuando no projeto de desmantelamento do marxismo na América do Sul cumprindo as diretrizes do cronograma da Transição Planetária, como o governo americano já estava com isso planejado (e servindo ao propósito dos guardiões) como foi revelado no livro “Brasil o Lírio das Américas” e coincidentemente o principal QG descrito no livro (capítulo arquivo 777) ficava exatamente no subsolo de um hotel (em Nova York).

É óbvio que o governo americano não virá a público dizer: “olha, acreditamos que sofremos um ataque astral de soldados paranormais da Rússia para desestabilizar as relações entre EUA e Cuba”, mas por mais surreais que as informações pareçam é a mais pura verdade, como é possível comprovar pelas informações que se concretizaram desde 2014, sobre o projeto americano para a América do Sul e como os guardiões se utilizaram disso para dar prosseguimento ao cronograma da Transição, além do mesmo “modus operandi” (a utilização de um hotel em ambos os relatos de espionagem, tanto por parte de russos e americanos em seus respectivos projetos militares "psíquicos")

Relembrei esses acontecimentos exatamente para explicar as experiências projetivas que vivenciei nos últimos dias e que tratam das mais recentes missões dos guardiões no combate e desmantelamento de diversas situações no Brasil.

Espíritos como Miguel e as equipes de guardiões superiores, como as de Anik e Jeremias estão constantemente em tarefa, conduzindo equipes locais ou de menor experiência para que as diretrizes do cronograma mundial da Transição Planetária sejam cumpridas até seu "deadline" em 2036.

Mas qual o motivo de projetos governamentais de paranormais escolherem hotéis como suas bases de trabalho? A resposta é simples: ectoplasma. Normalmente os lugares turísticos que atraem pessoas para divertimentos, consumo e alguns exageros que podem acontecer no período de férias em um lugar diferente daquele que a pessoa normalmente freqüenta cria o ambiente ideal para que essas pessoas sejam vampirizadas pelas entidades que comandam o local, até porque a própria proteção dos espíritos amigos é dificultada nessas situações. Com farto material ectoplasmático disponível que se soma aquele que é utilizado pelos encarnados que trabalham para esses projetos governamentais fica muito mais fácil agir em certos fenômenos obsessivos mais intensos (basta relembrar os relatos sobre o mago negro da Síria e seu clone que foi tema de um dos textos do blog que abordou também o tema dos animais de poder e depois foi mais estudado no livro “Brasil: Ordem em Progresso”)

Na primeira missão da série de missões que vivenciei e relatarei a seguir, uma guardiã ligada à equipe de Anik levou-me em projeção consciente à capital mineira, em meio a uma rua bem arborizada e de prédios muito bonitos. Dentre os prédios, um deles se destacava: uma grande torre, de aspecto muito luxuoso. Adentramos no local e a arquitetura era belíssima, com paredes muito altas, amplos salões, uma grande piscina. Curiosamente eu reparei que estava próximo da hora do despertar, mas no local pairava uma penumbra típica do início da noite. A guardiã então explicou que aquela estrutura astralina era a contrapartida astral de um luxuoso hotel na capital mineira, uma construção astral controlada por uma equipe umbralina formada por antigos religiosos cristãos que estava já a alguns meses conseguindo firmar acordos com figuras proeminentes do cenário cristão tendo por objetivo que essas figuras arrastassem seus seguidores para confraternizações e cultos naquela região do astral, mas tendo por objetivo claro a vampirização de ectoplasma e alienação dessas pessoas, as deixando cada vez mais envolvidas pelas egrégoras com as quais estavam conectadas.

Aquele grupo de religiosos do astral, um dos grupos descritos no livro “Armagedoom 2036” tinha um objetivo ambicioso: conseguir reunir energia suficiente para alienar um grande contingente de "fiéis" e assim sabotar a missão de João Gabriel (descrito no livro Brasil o Lírio das Américas) e toda a ascensão do movimento de jovens militares em favor da democracia e do fim da corrupção programado para a década de 20 como foi descrito no livro, bem como fomentar o descrédito quanto ao cronograma de eventos da Transição Planetária trazido por Miguel em 2014 no livro “Brasil o Lírio das Américas”. Não é preciso ir muito longe no raciocínio, especialmente para aqueles que leram o livro "Armagedoom 2036" para concluir que esse grupo está associado aos grupos trevosos que desejam ressuscitar o marxismo e a ideologia vermelha (com toda a sua pauta) antes de 2022, unindo forças para tentar alguma ofensiva após o "faxinão" realizado nas Américas entre 2012 e 2017 ( faxinão previsto no cronograma em 2014 e se realizando com exatidão desde então) 

O objetivo daquela missão de espionagem, segundo a guardiã, era não apenas mostrar o que estava acontecendo como dar um alerta muito claro àqueles, encarnados e desencarnados, envolvidos no projeto: todos que tentassem se opor a ascensão do exército pela via democrática não teriam sucesso e todos aqueles que estavam trabalhando ainda em prol de idéias marxistas e do partido vermelho, ainda que indiretamente, cairão de forma irrevogável pela espada de Miguel. As equipes de guardiões superiores já estão cientes do plano e já estão trabalhando no combate a esse projeto das sombras como tanto outros (como o que relatarei a seguir).

A segunda missão foi igualmente interessante. O departamento de inteligência dos guardiões rastreou que aconteceria um encontro no astral do Rio de Janeiro tendo como atrações notórios artistas e intelectuais de esquerda (leia-se marxistas), uma esperta estratégia das sombras que se aproveitava das recentes discussões sobre exposições (nada) culturais em museus para estimular que o público doutrinado da esquerda fosse atraído para aquele evento astralino. O ponto “alto” da noite seria um show-discurso com um conhecido artista da esquerda que começou sua apresentação saudando a memória governanta impichada para inflamar a militância de jovens alienados em desdobramento: “esse som é para nossa cara Vana” (com um proposital trocadilho). 

Os guardiões conseguiram se infiltrar na reunião, disfarçados de pessoas comuns, apenas para espionar os planos que a treva vermelha estava planejando e o que descobrimos não foi nada bom: há um plano em curso de entidades umbralinas não apenas estimularem a baderna dos militantes junto com movimentos sociais para conter o avanço do novo governo que será eleito em 2018 (que sepultará de vez o marxismo no país), como também influenciar através do astral que milícias encarnadas que formam grupos paramilitares, sobretudo no Oriente Médio venham para o Brasil e se juntem à causa marxista. Recentemente as primeiras comprovações sobre isso foram divulgadas na mídia:


Na própria reunião vermelha ocorrida no submundo astralino da capital carioca detectamos que no meio dos artistas e intelectuais desdobrados, junto com jovens militantes havia também membros de movimentos sociais que pregam invasões de terra em profunda troca de informações com espíritos de aparência árabe ligados à milícias paramilitares planejando como poderiam estimular uma invasão maior desses grupos dentro do Brasil para que pudessem trabalhar pela causa marxista como forma de combater uma inevitável ascensão pelo voto das forças democráticas aliadas ao Exército em solo brasileiro. Da mesma forma que o outro grupo astral religioso de (pseudo) cristãos está sendo monitorado pelas equipes de guardiões esse outro grupo de vermelhos reacionários também está sendo acompanhado de perto e todas as tentativas de criar milícias marxistas em solo brasileiro serão infrutíferas e duramente combatidas pelas hostes de Miguel. 

espada de miguel

Nada, absolutamente nada, impedirá a ascensão das forças democráticas ligadas ao Exército e as idéias liberais no espectro econômico, as velhas raposas que se preparem, pois as antigas idéias que pregam e a imagem que ainda tentam cultivar cairão como um castelo de areia, assim como dos grupos citados aqui nesse texto.

Por fim, a última das experiências dessa série, com o intuito de informar aos encarnados o que realmente está acontecendo do lado lá (afinal não adianta só falar de bastidores do astral sem que se tragam informações sobre o futuro próximo que possam ser comprovadas na prática) foi bem interessante.

Em um dos Ministérios ou centrais de comando localizado na região astralina de Brasília (um dos vértices do Triângulo da Paz) eu fui levado pelos amigos espirituais para observar uma audiência, especificamente em um Ministério da justiça, no qual três políticos, dois desencarnados e um encarnado, estavam sendo ouvidos e celebrando um acordo com entes da justiça divina, para “aliviar” certos débitos nas suas respectivas fichas kármicas. Esses Ministérios são numerosas células nas quais a espiritualidade superior exerce todas as atividades do organograma ligadas ao cronograma da Transição Planetária, tendo como hierarquia máxima o Grande Conselho (assunto abordado vastamente no livro “Brasil: Ordem em Progresso”)   

Um dos políticos da audiência havia sido um dos fundadores do partido dos tucanos e o outro foi notório pela construção de diversas escolas quando governador, já o encarnado havia sido responsável por desencadear as primeiras informações que deram origem ao processo do Mensalão.

Os três estavam bem vestidos, com ternos alinhados e uma postura altiva, apresentando uma aparência perispiritual na casa dos 50 anos, algo comum entre políticos no astral: nem muito velhos na aparência para não passar a “imagem” de ultrapassados e nem muito novos para evitar a imagem de inexperiência (coisas do “marketing” do lado de lá). Segundo informaram os amigos espirituais que me auxiliavam, muitos políticos desencarnados pedem o amparo da justiça divina quando são confrontados com a realidade espiritual do planeta: um exílio em massa nos próximos 20 anos e muitas dívidas kármicas a serem quitadas. Em alguns casos percebem que se trabalharem pelo bem, sobretudo fornecendo informações diferenciadas que ajudem a solucionar alguns casos importantes no processo de limpeza da corrupção do país colaborando com o departamento de inteligência dos guardiões, podem até mesmo evitar o degredo planetário.

Questionei aos amigos espirituais se aquela era a situação da maioria dos políticos desencarnados e tive como resposta que infelizmente não. Poucos conseguiam realmente compreender os erros que cometeram para buscar um sincero trabalho em prol do bem, muitos permaneciam após o desencarne ligados às milícias umbralinas e outro grande contingente não conseguia se desvencilhar em virtude das grandes dívidas e acordos espúrios que havia realizado com facções do astral em troca de poder e fama quando estavam encarnados. Mesmo entre os delatores a maioria não conseguia benefícios suficientes para evitar o degredo planetário. E infelizmente esse último caso não estava restrito apenas aos políticos desencarnados (como explicado na primeira experiência narrada nesse post)

Dessa maneira, explicaram detalhadamente os amigos espirituais, a maioria dos políticos desencarnados que realmente mostrava algum interesse em mudar suas atitudes (antes voltadas apenas para a busca de luxo e visibilidade social) e fornecer informações relevantes conquistavam a posição de trabalhar para os guardiões e a justiça divina, posição que os três políticos (o encarnado segundo informaram ganhou uma moratória de 10 anos após grave doença exatamente pelo acordo que firmou com a justiça divina) estavam tentando exercer, fornecendo informações importantes para algumas das missões contra a corrupção que atualmente a justiça divina, através de operações como a Lava Jato busca realizar.

Esses “delatores” astrais dentro da política conseguiam acesso mais fácil a certo conteúdo psíquico de outros políticos e pessoas importantes ligadas a determinadas egrégoras políticas que os agentes da justiça divina não teriam como rastrear, devido ao grande número de pessoas envolvidas e de informações a serem rastreadas e decodificadas, tornando tal colaboração dos delatores fundamental para a solução de determinados casos.

Pude dentro daquele ambiente compreender um pouco mais sobre como a justiça divina funcionava do outro lado: permitindo inúmeras chances de remissão mas sem anular a necessária colheita daquilo que havia sido plantado de forma equivocada.  

Essas foram apenas algumas das ações que estão sendo mapeadas pelos guardiões superiores e demais espíritos colaboradores de toda a organização que envolve o Grande Conselho Planetário e o cronograma mundial de eventos programados até o ápice da Transição em 2036, já iniciando a separação do joio e do trigo no trabalho espiritual   

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