25 de fev de 2013

Experiências com Desdobramento (Parte VI) - Desmantelando Bases no Astral



Um dos assuntos mais interessantes pra quem gosta de estudar o plano astral são os relatos sobre projeção astral/desdobramento consciente, pois sempre trazem alguma informação interessante.

Eu li vários relatos bem interessantes nesses últimos anos e uma das coisas que aprendi é que devemos buscar compreender a visão que o médium projetor teve com relação à experiência lúcida, pois a experiência que ele vivenciou em si é uma coisa; a compreensão que teve dessa experiência (que é relatada) é um entendimento pessoal sobre o que foi vivenciado, ou seja, a experiência em si é uma coisa, a visão pessoal dessa experiência é outra coisa.

Vou dar um exemplo bem simples: muitos médiuns que se desdobram conscientemente, sobretudo aqueles que militam na Umbanda e na Apometria, já viram de perto seres semelhantes aos mitológicos dragões ou algo parecido com isso (aparência de réptil) e entenderam que esses seres seriam os ditadores do abismo, conhecidos na literatura espírita (sobretudo através do médium Robson Pinheiro) como os supremos chefes do astral inferior.

Ocorre que nenhum encarnado, em desdobramento consciente, teve contato com essas entidades (dragões), que devido ao alto grau de toxicidade do seu corpo espiritual, permanecem em zonas muito densas do astral inferior.


Os chamados dragões ou ditadores do abismo (a zona mais inferior das trevas no astral) possuem esse nome pelo domínio amplo que possuem dos elementos e não porque tenham a aparência reptiliana dos mitológicos dragões (com asas e cuspindo fogo). O que os médiuns enxergam em desdobramento ou até mesmo combatem em algumas missões, são criações mentais, artificiais, que normalmente são vitalizadas por elementais (*) e uma grande cota de ectoplasma e que se assemelham ao animal mitológico dragão. Por isso é importante saber separar a experiência em si do entendimento sobre essa experiência: muitos médiuns enfrentaram ou viram em desdobramento um artificial e acham que viram ou enfrentaram um ditador do abismo/dragão.

(*) Elementais são as almas que não se encontram mais no estado evolutivo dos animais, mas ainda não atingiram a evolução para encarnar em civilizações primitivas humanas, ou seja, ainda não possuem livre arbítrio mas já possuem o intelecto em estado mais desperto do que as almas dos animais ( cachorro, gato) e dessa forma são mais facilmente manipuláveis e suscetíveis a comandos hipnóticos de magos negros e cientistas das trevas e por esse motivo são utilizados para vitalizar criações mentais artificiais (formas pensamento) que podem apresentar diversas formas astrais: desde monstros, edificações de alta tecnologia e até mesmo perispíritos humanos, com a intenção de ludibriar encarnados e desencarnados. Dessa forma, o mago ou alguém não cria o Elemental (pois o ato de criar uma alma cabe exclusivamente a Deus), cria tão somente a forma pensamento (o chamado artificial) que será vitalizada pelo Elemental e por esse motivo a criação é denominada “artificial” pois é uma forma artificial de vida. Quando o ectoplasma, que funciona como o combustível dessa criação, termina (ou não é reposto pelo mago ou cientista criador do artificial), a forma pensamento se desfaz e o Elemental fica então livre ou desvinculado do artificial, mesmo que ainda hipnoticamente ou telepaticamente ligado ou “programado” aos comandos do mago ou cientista que o utilizou.     

Na madrugada do dia 7 pro dia 8 de fevereiro eu tive uma interessante experiência projetiva que trouxe o entendimento sobre essa confusão que muitos médiuns fazem entre artificiais (com a forma aparente de dragões ou outras formas monstruosas) e os chamados ditadores do abismo/dragões.

A experiência que tive também proporcionou uma pálida idéia do trabalho que os guardiões enfrentam. Antes de relatar essa experiência preciso relatar outro desdobramento consciente que ocorreu semanas antes e que possui ligação com a projeção que ocorreu entre o dia 7 e 8.

Há algumas semanas atrás, uma equipe de guardiões adentrou em um prédio moderno, com aparência refinada e que estava localizado no astral intermediário de alguma cidade do Brasil, sinceramente não consegui identificar (ou simplesmente não foi permitido que eu soubesse).

Assim que a equipe de guardiões adentrou o hall de entrada recebeu as “boas vindas” de homens com roupas típicas dos soldados da segunda guerra, mas com armas modernas que disparavam tiros em direção aos guardiões.

Normalmente os guardiões levam médiuns encarnados em projeção durante o sono pra esses confrontos (mesmo que muitos não se lembrem depois o que aconteceu), pois o ectoplasma desses médiuns, muito vitalizado e denso, sobretudo nos médiuns de efeitos físicos, causa um verdadeiro choque energético no ambiente, com explosões que ajudam a destruir as estruturas energéticas que sustentam esses locais, visto que todo o prédio desse tipo é uma construção artificial de magos negros, uma forma pensamento que apresenta sistemas energéticos que o sustentam, não apenas com ectoplasma, mas com outras construções mentais de matéria astral, muitas estruturas eletrônicas, com tecnologia semelhante a utilizada em aparelhos para obsessões complexas, algo que aparece bastante nos atendimentos aos pacientes de Apometria.

Como a tecnologia desses seres trevosos se baseia em energia negativa, é comum utilizar dentro dessa aparelhagem eletrônica, pequenas larvas astrais, de aspecto enegrecido e gelatinoso, são elas que ativam comandos nesses aparelhos (que são colocados entre o corpo astral e o duplo etérico da vítima) e fazem com que suas ramificações penetrem no sistema nervoso da vítima (no corpo astral), potencializando desequilíbrios, sobretudo nos chacras superiores ligados ao cérebro perispiritual.

A mesma tecnologia é usada nesses prédios criados por magos negros: várias pequenas larvas astrais acionam, ativam os comandos mentais sobre o ectoplasma que os magos negros aplicam na construção dos sistemas eletrônicos desses locais, pois são seres que mais facilmente repetem um único comando mental, como se fossem programas de computador programados pra executar uma função. Juntando esse sistema engenhoso à energia radioativa vinda do Sol Negro, que ativa a circulação do ectoplasma nesse sistema, os magos negros conseguem erguer não apenas um prédio como construções em uma colônia umbralina inteira.

Quando a equipe de guardiões utiliza o ectoplasma dos médiuns desdobrados, essa energia causa uma sobrecarga no sistema criado pelo mago negro que edificou o prédio no astral e vai causando um efeito em cadeia, anulando a programação que foi feita nessas larvas astrais, fazendo com que o sistema entre em colapso e em poucas horas toda a estrutura do prédio venha abaixo.

Enquanto os guardiões respondiam as “boas vindas” no hall, eu recebi a instrução de um dos guardiões pra entrar em um dos elevadores. Sai correndo no meio daquele fogo cruzado astral e subi em um dos andares do prédio que em breve seria ocupado pelos guardiões.

Quando o elevador abriu a porta automaticamente, adentrei num imenso recinto, com aparência requintada, moderna. A maioria das pessoas sem o conhecimento de como sentir a energia de um ambiente certamente acreditaria que ali era um nobre local, mas a atmosfera era densa, até certo ponto sinistra.

O branco das paredes procurava disfarçar aquela energia pesada, uma imensa janela de uns 5 metros de largura por 2 de altura permitia a visão de um dia ensolarado, mas a energia que adentrava era de um amarelo diferente, menos brilhante, menos cintilante, pra um médium treinado era fácil notar que aquela localidade no astral intermediário não apenas estava sob o controle de forças trevosas como também havia sido construída com o máximo de empenho para enganar os incautos que ali fossem levados.

Comecei a vasculhar o ambiente, os “donos” daquele lugar e as pessoas que trabalhavam ali haviam saído a pouco, era possível ver alguns papéis sobre uma mesa de vidro e notar a assinatura energética de pelos menos umas 4 pessoas que não estavam ali, ou seja, a presença energética delas ainda estava “fresca” no ambiente, essa era uma técnica de rastreamento que eu havia aprendido com os guardiões da equipe de Tio Elias e Pai Jeremias. Por certo, com a invasão do prédio aqueles que não fossem responsáveis pela defesa do prédio seriam os primeiros a “abandonar o barco”.


Andando por aquele recinto percebi dois grandes ambientes, um deles possuía alguns sofás e pequenas cestas com alguns livros e revistas. O outro ambiente era maior e possuía uma gigantesca Tv de umas 50 polegadas e alguns brinquedos pelo chão. Mentalmente um dos guardiões me informou que aquele andar era usado com o objetivo específico de alienar crianças encarnadas a pouco tempo na Terra, espíritos que tinham como missão ajudar na modernização de diversas instituições religiosas e doutrinarias e que futuramente seriam médiuns com grande potencial. O objetivo era fascinar os pais daqueles espíritos encarnados ainda como crianças para que os pais levassem seus filhos para aquele lugar achando que seria um local “de luz” e aprendizado.

Concentrei-me naquele momento, pois senti que existia uma estrutura de defesa naquele ambiente com a TV (que passava um simples desenho) e os brinquedos, algo programado que tentava impedir que fosse vista a real forma do lugar.

Eis que de repente as lisas paredes brancas deram lugar a grandes colunas brancas, uma mistura da arquitetura egípcia e grega e logo acima da TV apareceu uma estátua em mármore branco, que tinha apenas um rosto, o rosto de um homem com os olhos fechados, perfeitamente esculpido naquele mármore. Comecei a olhar fixamente para aquele rosto, jogando pulsos magnéticos para que o cidadão, literalmente, “desse as caras”.

Foi então que o “rosto” da estátua começou a se mexer, abriu os olhos e indignado assumiu a aparência de uma medusa falando mentalmente que não deixaria ninguém atrapalhar o trabalho dele ali. Achei engraçada a atitude do "ser", pois com a equipe de guardiões e o tanto que tinha levado de ectoplasma naquele andar, por certo não iria sobrar muita coisa daquela estrutura. 

Observei novamente a TV e vi que fios estavam ligados a cabeça daquela estátua (que nada mais era do que uma forma que um dos asseclas do mago negro que edificou aquele prédio utilizava), fazendo com que aquele ser (na forma de estátua) emitisse pulsos hipnóticos através dos desenhos que eram exibidos e assim, gradativamente, alienasse as crianças desdobradas que ficassem ali brincando e vendo os “simples” desenhos na Tv.

Como aquele recinto tinha uma estrutura de defesa que ocultava sua real aparência, facilmente pais e crianças que eram ali levados nada notavam. Observei que uma equipe de guardiões começava a entrar pelo recinto, vinda do elevador: era chegada a hora de “bater as colunas” que sustentavam aquele local. Após a destruição desse local, que ficava no astral intermediário, seria necessário destruir sua contrapartida no astral inferior, foi nessa missão que participei mais ativamente, semanas depois, entre o dia 7 e o dia 8 de fevereiro de 2013.

Dessa vez não entrei como mero doador de ectoplasma ou como “espião do além”, dessa vez teria que pegar no pesado. Junto com uma equipe que tinha mais uns 5 encarnados em desdobramento (um homem com traços asiáticos e uma mulher com o rosto de feições árabes e pele levemente morena, os outros eu não consegui reparar muito bem), além da equipe de guardiões dando suporte.

O local no astral inferior desse prédio, na verdade seria seu “sub solo”, não era muito diferente da aparência arquitetônica, talvez um pouco mais simples em relação ao prédio que havia sido destruído semanas antes no astral intermediário, a diferença é que agora não estávamos mais na contrapartida astral da superfície terrestre, mas sim em uma zona dentro da crosta, o astral inferior, o umbral. Chegamos através de uma pequena porta que permitia acesso a um ambiente maior com apenas uma mesa e a vista aberta para um “jardim” (que na verdade era uma pequena floresta, habitat dos seres que iriam receber a equipe de guardiões e encarnados em desdobramento naquele local).

Os seres que nos receberam eram uma espécie de mistura genética, algo como Alien e Godzilla, com tamanho entorno de 2 a 2 metros e meio, não eram muito ágeis, tinham um aspecto bem reptiliano e a boca enorme, uma estrutura de pele bem dura semelhante ao rinoceronte, mas ao mesmo tempo gosmenta. Obviamente os “bichanos” estavam ali pra proteger algo importante no local. Começou então o confronto com aqueles seres para que pudéssemos chegar a uma pequena sala que era a central de comando do lugar.


Neste ponto do relato, vale um apontamento importante: O interessante do desdobramento consciente é poder exercer de forma lúcida e plena, certas funções que pro corpo físico e pra dimensão física são impossíveis, não apenas a levitação ou telestransporte de um ponto ao outro, ações que eu já havia realizado em outras projeções, mas poder também se movimentar com grande agilidade. Da mesma forma o raciocínio flui mais intensamente, a gravidade não oprime tanto, mesmo no astral inferior (que ainda é plano astral), a diferença em relação ao plano físico é absurda. Os movimentos ágeis que os guardiões, os encarnados desdobrados realizavam eram parecidos com os do filme Matrix, uma velocidade impossível de ser atingida no plano físico.

O objeto que eu utilizava pra combater aquelas criaturas estranhas era um cajado, de alguma material que por mais forte que fosse a pancada desferida contra aqueles seres, ele jamais se quebraria.

O objetivo daquela missão era aprisionar os responsáveis pela sala de comando que os “alien-godzila” tentavam proteger, bem como rastrear as ações que estavam ali sendo realizadas. Depois de alguns minutos de confronto, a equipe de encarnados e de guardiões transpôs a resistência dos monstros e chegou ao centro de comando, uma pequena sala de comando, com uma espécie de totem onde era possível ver a tela de um computador ali encravado, um local simples, realmente um centro de comando escondido sob uma aparência discreta.

Enquanto a equipe de encarnados em desdobramento dava conta dos seres que teimavam em ainda tentar evitar a prisão dos chefes do local, (dois espíritos que comandavam o tal computador), os guardiões faziam um grande rastreamento naquele computador, também levaram os dois espíritos que cuidavam do local, bem como cuidavam de outro grupo de criaturas semelhante aos “alien-godzila” que estavam na pequena floresta ao redor do prédio e eram responsáveis pela segurança daquela estrutura umbralina.

Aliás, é importante ressaltar que muitos médiuns em desdobramento que já viram essas criaturas ou as enfrentaram em desdobramento consciente, acreditaram que enfrentaram os ditadores do abismo (dragões) ou então magos negros em virtude da sua aparência reptiliana, mas na verdade enfrentaram apenas seres artificiais, uma confusão que é plenamente compreensível, pois realmente esses “alien-godzila” são assustadores e de uma ferocidade realmente impressionante, transmitindo um padrão mental-energético que poderia ser facilmente confundido com um mago negro ou um ditador do abismo (dragão), que segundo os guardiões que já tiveram a oportunidade de lidar com algum ditador do abismo é muito mais cheia de ferocidade e ódio do que a desses seres artificiais.

Mentalmente, um dos guardiões me informou que o trabalho daquele prédio ou “subsolo” do prédio que ficava no astral inferior era semelhante ao do prédio que havia sido destruído semanas antes; só que ao contrário daquele prédio no astral intermediário, que visava alienar crianças que seriam futuros médiuns, o prédio no astral inferior visava combater a atividade de jovens médiuns, jovens que já estivessem realizando algum trabalho de conscientização e despertar e que já estavam causando algum incômodo no submundo astralino pela visibilidade que estavam alcançando, sobretudo entre os meios de divulgação virtual.

Justamente por esses jovens estarem mais engajados e cultivando com firmeza seus projetos, o trabalho de combate por parte dessa ramificação das trevas havia sido instalado no astral inferior, bem escondido e protegido, para que tentasse passar despercebido pelos guardiões.

Segundo eu pude saber depois, os guardiões propositalmente deram a entender para as entidades trevosas que não sabiam desse prédio no astral inferior (uma espécie de subsolo do prédio que havia sido destruído no astral intermediário) e deixaram para realizar a missão naquela região exatamente no carnaval, quando não é muito comum realizar esse tipo de atividade em virtude do grande trabalho que as equipes de guardiões tem em outros locais no astral inferior e intermediário do Brasil. O fator surpresa foi decisivo, sem sombra de dúvida. Os chefes daquele local não esperavam uma investida daquelas bem no carnaval, tanto que a chegada “na surdina” dos guardiões e dos encarnados em desdobramento só foi percebida quando já estavam próximos do centro de comando. 

Enfim, esse é apenas mais um relato pra tentar transmitir uma idéia de como funcionam essas missões no astral, da estratégia que ela envolve, das tramas, dos objetivos, das técnicas que são empregadas, tanto pelo lado trevoso como pelo lado dos guardiões a serviço da Ordem Divina. Espero sinceramente que esse texto possa ajudar no esclarecimento de outros médiuns projetores que já tenham vivido situações semelhantes, sobretudo a compreender melhor como funciona a realidade no astral inferior envolvendo os dragões e magos negros.  

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18 de fev de 2013

“O Impossível” – A História de uma Família que Sobreviveu ao Tsunami de 2004

  


Nesse final de semana assisti ao filme “O Ímpossível”, uma história verídica de uma família espanhola que passava férias na Tailândia e sobreviveu ao tsunami de 2004, que vitimou mais de 300 mil vidas. O filme, apesar dos incríveis efeitos especiais, está longe de ser um filme catástrofe; ele mostra a jornada humana de uma família para sobreviver a essa tragédia e a importância de não perder o sentido de humanidade e solidariedade diante de um cenário tão caótico, na longa jornada de sobrevivência horas depois que a grande onda passou.

Para os leitores do blog é uma excelente oportunidade, não apenas pra dimensionar o que acontece em um evento desse porte como também poder observar a jornada de sobrevivência dos personagens. É um filme muito bem produzido, com alta carga dramática, mas sem cair no sentimentalismo barato, tornando o filme envolvente e emocionante, relatando de forma muito fiel a história verídica dessa família espanhola em busca do seu próprio destino e em um sentido pra vida após o repentino desastre que vivenciaram.  


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17 de fev de 2013

A "Profecia Zumbi" de Nostradamus

Nostradamus e a profecia zumbi ,  hoax nostradamus

De tempos em tempos surge alguma “profecia” de Nostradamus pra explicar algum evento importante. Que Nostradamus fez previsões sobre diversos eventos importantes eu não tenho a menor dúvida, o problema é quando começam a criar quadras que não existem as atribuindo ao famoso profeta francês pra explicar algum evento pra dar a entender que algo irá acontecer.

Circula recentemente na internet, após o anúncio da renúncia do papa, uma profecia atribuída supostamente a Nostradamus falando sobre o aparecimento de zumbis após a renúncia do papa. Obviamente trata-se de um hoax, pois tal “profecia” que se refere a centúria II, quadras 20 e 13 é totalmente diferente do texto original que está nas quadras 20 e 13 da centúria II. Vamos comparar:

“Profecia” zumbi de Nostradamus
O Homem de Roma deixará seu posto
A Fé humana se cobrirá com um véu
A Morte, então, revelará seu rosto
Enviando rochas e fogo do céu
O Reino de Czar sentirá o primeiro corte
E No mundo todo imperará a morte
O Morto abandonará o caixão
Para devorar a carne do irmão" (Centúria II, quadras 20 e 13)


Abaixo, temos as verdadeiras quadras 20 e 13 que estão na centúria II de Nostradamus

"Irmãos e irmãs em diversos lugares cativos 
Se descobrirão passar perto do monarca
A contemplar seus (ramos) braços inteligentes 
Contriados verão o queixo, a fronte, nariz, as marcas". (II, 20)

"Os Seres sem Alma já não estão mais em sacrifício 
O dia da morte transformado em nascimento 
O Espírito divino fará a alma feliz 
Consagrada ao verbo em sua Eternidade". 
(II,13)


Quem quiser conferir as quadras de Nostradamus, inclusive com os originais em francês, esse é o site que eu uso como pesquisa: AQUI 


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15 de fev de 2013

Asteróide 2012DA14 cai em solo Russo

Asteroide 2012DA14 cai na Russia

Apesar de muitos astrônomos terem afirmado que a passagem do asteróide 2012DA14 pela Terra em 15 de fevereiro não causaria queda, a queda aconteceu

O asteróide com tamanho de 50 metros caiu na região dos montes urais, a 80 kilometros da cidade de Satka, os fragmentos do asteróide causaram danos em 6 cidades próximas, sobretudo a onda de choque acompanhada por diversas explosões

O asteróide faria sua maior aproximação exatamente hoje, dia de 15 de fevereiro, quando chegaria a 27 mil kilometros de distância, mas antes mesmo que chegasse a tal aproximação, ele caiu. 

Isso mostra a possibilidade da teoria que venho mostrando a vários meses aqui no blog sobre o asteróide Apophis: quando ele passar em 2029, a uma distância tão próxima da Terra (entorno de 36 mil kilômetros) automaticamente entrará em ressonância gravitacional com o planeta e cairá em 2036, independente se em 2029 entrar no keyhole, zona de mil metros que fica também na altura dos satélites geostacionários.

Cientistas russos já afirmaram que o meteorito tem entorno de 50 metros, exatamente o mesmo tamanho do asteróide 2012DA14. Esse é mais um dos alertas da Alta Espiritualidade pra humanidade sobre a realização das profecias para o auge da Grande Tribulação, trazidas por Jesus a quase dois mil anos no Sermão profético e no Apocalipse. O grande dia do juízo virá, com a separação de lobos e cordeiros e o juízo da humanidade inteira, quem acha que já estamos em Era de Regeneração, Era de Luz ou Era de aquário que começe a estudar as profecias do Messias e abra os olhos antes que seja tarde de mais, pois o tempo de lutas e grandes eventos até o auge da Tribulação em 2036 está apenas começando

Rússia afirma: Apophis vai cair em 2036 (texto de 2011): AQUI


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13 de fev de 2013

Apocalipse capítulo 17: A Profecia sobre o Último papa - A Vinda de João XXIV???

JP II e a pomba, eleiçao peter turkson joão XXIV, papa negro


Para saber mais sobre profecias e estudos bíblicos, conheça meu primeiro livro "A Bíblia no 3º Milênio" que interpreta todos os versículos do Apocalipse e boa parte das principais profecias bíblicas como Daniel, Sermão Profético, Nostradamus e Ezequiel: 



Será o oitavo rei descrito no Apocalipse a volta de JP II dos mortos? Ou ainda o atual secretário de Estado do Vaticano e camerlengo Tarcisio Pietro Bertone nascido em Romano? Vejamos porque, afinal, nenhum deles será o próximo papa. 

Apesar de alguns amigos católicos não gostarem muito quando eu cito esse capítulo do Apocalipse como uma clara referência à Igreja Romana e ao seu atual centro representativo, o Vaticano, é inegável que esse capítulo fala integralmente sobre o Vaticano e sobre o período final do papado, deixando essa profecia totalmente alinhada com a profecia de Malaquias e também as referências sobre o fim de Roma fornecidas por Dom Bosco e Nostradamus, que foram analisadas nos links ao final deste post.

No blog eu expus em dois textos que ao longo do Apocalipse, a Besta (do grego therion, animal feroz) é representada em 4 formas diferentes, inclusive nos 4 cavalos montados pelos cavaleiros do Apocalipse. Essas explicações também estão nos links que deixo ao final deste post. 

Uma dessas representações da Besta foi Roma e seus 3 impérios que participaram ativamente em guerras e diversas perseguições terríveis segundo os relatos históricos: o império do ocidente, do oriente e o papado romano. 

Considerando esse raciocínio, a Besta citada no capítulo 17 é Roma, a mulher vestida de púrpura (a cor das vestes dos cardeais) citada em Ap 17:4 é a Igreja Católica, mas em virtude dos crimes que cometeu ao longo da história (Cruzadas, Inquisição) é referida como prostituta no Ap 17:5, inclusive pela aliança com diversos reis e impérios em busca de status e dinheiro, a mulher que se embriagou com o sangue dos santos, uma clara referência a perseguição que ocorreu desde o início da Igreja Romana em 325 criada por Constantino, sobre os cristãos primitivos, ao longo de mil anos, que culminou no massacre dos cátaros em 1340, referência citada em Ap 17:6. 

Pra não deixar dúvidas, a profecia cita que “a Besta traz a mulher” (Ap 17:7) ou seja, Roma traz a Igreja Católica, uma verdade, pois foi no império romano em 325 que o Cristianismo Romano foi criado pelo imperador Constantino. E a profecia cita que são 7 cabeças e que elas são sete montes (Ap 17:7 e 9) onde a mulher está assentada, deixando claro que é Roma, a cidade das sete colinas onde a Igreja está assentada atualmente no Vaticano.

No versículo 10 está o ponto alto da profecia: é dito que são 7 reis, cinco caíram, um existe, o outro ainda não é vindo e quando vier convém não ficar muito tempo.

Ou seja, quando João teve essa visão descrita na Revelação, 5 reis (casados com a Mulher, portanto papas) já haviam morrido. O Vaticano, o reino, erguido nas 7 colinas, foi erguido em 1929 pelo tratado de Latrão, é um Estado-monárquico, portanto tem um rei como dito na profecia.  

Nessa época Pio XI, papa desde 1922 era o papa, portanto os 5 reis já mortos nessa visão foram: Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI e João Paulo I. 

É dito na profecia que um rei existe, ou seja, JPII era o papa que João de Patmos via na visão do Apocalipse e disse que após este papa, o próximo não ficaria muito tempo, no caso, Bento XVI que ficou 7 anos e alguns meses.    

É feita então a profecia sobre o oitavo e último rei (papa):

“E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo (rei), e é dos 7, e vai à perdição” (Apocalipse 17:11)

A besta que era a principal representação da antifraternidade no mundo diz respeito Roma, mas ela não é mais a representação maior dessa antifraternidade, ela foi, não é mais, por isso é dito que “a besta que era e já não é”. Lendo os textos ao final desse post sobre as 4 bestas do Apocalipse o tema ficará plenamente compreendido. 

É dito na profecia que ela, Roma (a besta que era e não é) é também o oitavo rei, ou seja, o oitavo papa e aquele que irá para a perdição, ou seja, para o fim da própria Roma e da Igreja, e sendo assim, esse oitavo papa como descrito nas profecias de Malaquias e Dom Bosco presenciará o fim de Roma.

É dito na profecia de Malaquias que o último papa será Pedro Romano, isso explica a referência na profecia do Apocalipse ao falar que Roma (a besta) é também o oitavo rei, pois é uma indicação de que a profecia de Malaquias é verdadeira, o último papa, o oitavo rei é Pedro Romano, Pedro de Roma, por isso João fala que Roma é oitavo rei, pois ele fazia uma referência velada a profecia dos papas. Mas ele vai mais além, ele disse que esse rei (papa) é um dos sete anteriores.....ele diz isso claramente, sem rodeios.

Surgiram então duas teorias, ambas na minha opinião equivocadas, sobre quem seria esse papa dos 7 que estaria retornando pra ser o oitavo e último papa.

A primeira delas fala que João Paulo II vai ressuscitar dos mortos e será novamente papa da Igreja. Talvez até fizesse sucesso novamente, já que os zumbis estão na moda com filmes e séries conquistando a garotada, mas convenhamos que isso é biologicamente impossível.

eleiçao peter turkson joão XXIV, papa negro

A segunda teoria, um pouco mais elaborada, fala que o atual secretário de estado do Vaticano e atual Camerlengo, Tarcísio Pietro Bertone, nascido em Romano Canavese há 79 anos, seria esse oitavo rei, pois ele será papa temporariamente após a renúncia de Bento XVI e antes do fim do conclave pra eleger o novo papa, ou seja, seria um dos papas. A teoria é bem elaborada, mas tem furos: primeiro que ele não foi nenhum dos 7 papas eleitos e citados por João na profecia, pois o profeta cita categoricamente o número de 7 reis, ou seja, papas efetivamente eleitos pelos cardeais e além disso temos uma outra questão: a centúria 5, quadra 56 de Nostradamus fala que o último papa será alguém novo e que viverá muito tempo tomando atitudes polêmicas, algo que não combina com um cardeal que já conta com praticamente 79 anos. 

Mas então o que significa a profecia do Apocalipse capítulo 17 ao dizer que o oitavo rei (papa) será um dos 7 reis anteriores? A resposta é simples: ele utilizará um dos nomes utilizados pelos seus 7 antecessores: Pio, João, Paulo, João Paulo ou Bento. Se considerarmos as características renovadoras da personalidade de Peter Turkson, eu diria que desses nomes o mais provável é que ele adote o de João XXIV, visto que o papa João XXIII foi responsável pelo Concílio que renovou diversas práticas na Igreja.



Postado em 18/03/13

Apocalipse 17:11 fala que o oitavo papa é dos sete e vai para a perdição. A associação que a grande maioria faria é de que esse papa teria alguma característica dos 7 anteriores: nome, nacionalidade, continente. Mas não tem.

Então qual o significado de “é dos sete”? A referência é uma pista deixada por João para que fosse possível identificar a origem do papa. Jorge Mario Bergoglio é jesuíta, é umas das maiores senão a maior ordem da Igreja e foi fundada exatamente por sete homens. Sendo assim, João profetizou que o último papa, o oitavo rei, seria um jesuíta.

E ainda forneceu uma outra pista velada: falou que esse papa era a Besta que era e já não é, ou seja, comparou o papa a Roma, ou seja, a uma território. Ao dizer que o oitavo (rei, papa) era um território (Roma), ele quis dizer que o último papa viria do oitavo maior território do mundo, exatamente a Argentina.
Sendo assim, de forma velada, João sabia que o último papa seria um jesuíta argentino.        



Os links citados nesse texto podem ser vistos abaixo:


O Terceiro Segredo de Fátima e a Profecia de Malaquias: AQUI 

Nostradamus - A Terceira Guerra e o Fim de Roma: AQUI 

O Papa Negro: AQUI 

Nostradamus - O Penúltimo e o Último Papa: AQUI 

As 4 Bestas do Apocalipse (Parte I): AQUI 

As 4 Bestas do Apocalipse (Parte II): AQUI


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12 de fev de 2013

O Papa Negro




Para saber mais sobre profecias e estudos bíblicos, conheça meu primeiro livro "A Bíblia no 3º Milênio" que interpreta todos os versículos do Apocalipse e boa parte das principais profecias bíblicas como Daniel, Sermão Profético, Nostradamus e Ezequiel: 

http://profeciasoapiceem2036.blogspot.com.br/2013/07/a-biblia-no-3-milenio.html


Muito se especulou, quando ocorreu a votação para eleger o sucessor de Bento XVI sobre a possível eleição de um papa negro, pois como a profecia de Malaquias se referia “A glória da oliveira” se especulou sobre a ordem da São Benedito, cujo símbolo é a oliveira e cujo santo, São Benedito, é negro. Foi dessa análise que surgiu a profecia sobre um papa negro. 

Após a eleição de Bento XVI verificou-se que a referência estava correta, era realmente um papa ligado a ordem dos beneditinos, mas que não era negro como São Benedito (na época especulou-se muito sobre a eleição do cardeal nigeriano Arinze).

Naquela época chegou a se especular sobre uma profecia de Nostradamus que falasse sobre a eleição de um papa negro, mas nesses debates nunca surgiu alguém indicando claramente qual seria essa quadra, ou pelo menos uma quadra que pudesse mostrar um indício claro sobre uma possível eleição de um cardeal negro para o papado.

Resolvi então pesquisar pra ver se o famoso profeta francês teria feito alguma referência mais clara em suas quadras, visto que acredito ser muito provável a eleição do ganês Peter Turkson.

Encontrei uma profecia, especificamente na centúria I, quadra 43 que pode indicar a vinda de um futuro papa negro. Eis a profecia:

Antes que advenha a mudança de império
 Virá um caso bastante maravilhoso
 A fortaleza mudada, o pilar da rocha
 Mas transmutado sobre o rochedo negro.”

O Império é a Igreja Católica, o caso maravilhoso (pessoa, ato ou fato extraordinário, surpreendente segundo o Aurélio) é a renúncia do papa. A rocha é a representação do papa, na Bíblia a pedra, a rocha, o primeiro papa é Pedro. A fortaleza que mudará, que é o pilar da rocha (papa) é uma referência ao Vaticano, que é a fortaleza do império católico e o pilar do papado e passará por grandes mudanças. A rocha sendo transmutada significa a mudança de papa e a eleição do rochedo negro, ou seja, um papa negro. 

O fato surpreendente ocorreu exatamente antes da mudança de império, que pode ter dois significados: a nível religioso, ou seja, quando o principal império religioso do planeta deixará de ser o Cristianismo com atuais 2,2 bilhões de fiéis e passará a ser o Islamismo com 1,6 bilhão de muçulmanos ou pode ser a nível político-econômico, quando os Estados Unidos deixarão o posto de maior economia/PIB do planeta para que a China assuma esse posto. De qualquer forma, a aliança profética da China com o mundo islâmico no futuro, sobretudo com a ala mais radical, tende a impulsionar em breves anos a mudança de posto nesses dois impérios, o religioso e o político-econômico. 



Postado em 18/03/13

O texto acima foi escrito antes da eleição do papa, quando eu acreditava que Peter Turkson seria eleito. Agora, com a eleição do papa, vamos analisar a quadra novamente:

A linha final da quadra fala em "rochedo negrumoso", ou seja, grumoso, com granulos, granuloso, mas quando interpretei essa quadra, entrou o lado mediúnico e vi apenas como "rochedo negro", do que traduzi como um indicativo da provável eleição de Turkson, quando na verdade se referia a eleição de um jesuíta, pois o líder dos jesuítas é tido como um papa negro pelas vestes negras que usa. Ou seja, eu vi um rochedo negro ao ler a quadra, achei que era referente ao Turkson, mas na verdade a imagem era referente a eleição de um papa jesuíta.

Ocorre que Nostradamus não falou em rochedo negro, mas sim em negrumoso, granuloso, então o que isso significa?

A interpretação da quadra foi quase toda correta, pois ela realmente fala da mudança ocorrida no papado com o "fato maravilhoso" (dois papas ao mesmo tempo, mudança de papas sem que um precisasse morrer) e a vinda de um Papa definido como "rochedo negrumoso, granuloso" uma analogia com a profecia de Malaquias, que já existia na época de Nostradamus, pois foi escrita quase 500 anos antes do famoso profeta francês.

Pois bem, o Pedro Romano da profecia é mesmo o papa argentino, pois Argentina vem de argentum que significa prata que é retirada dos rochedos. Pedro ou pedra é aquilo que se tira da rocha, do rochedo, exatamente o caso da prata, do argentum, da Argentina, do papa argentino e a prata tem a sua maior aplicação exatamente na forma granulada e pode ser encontrada em rochedos grumosos, ou seja, Nostradamus não falava de um papa negro, falava de um papa "prateado", a pedra que vinha da Argentina. Malaquias ao falar em Pedro Romano deu uma dica sobre qual seria a linha de interpretação para a palavra Pedro: a nacionalidade do papa, pois todo o papa torna-se uma pedra romana.

Sendo assim, a profecia de Nostradamus indicava um papa granuloso, grumoso e não um papa negro, do que fica claro tratar-se do papa prateado, o papa argentum, o papa argentino, a pedra argentina que foi levada a ao trono papal e tornou-se a prata (pedra) romana. Inclusive foi divulgado hoje que o anel de pescador do papa não será de ouro, mas sim de prata (argentum)



Apocalipse cap 17: O próximo Papa seria João XXIV??: AQUI 

O Terceiro Segredo de Fátima: AQUI 

Nostradamus: O Penúltimo e o Último Papa: AQUI 

Nostradamus: A Terceira Guerra e o Fim de Roma: AQUI 


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11 de fev de 2013

O Terceiro Segredo de Fátima e as Profecias de Malaquias e Monge Pádua sobre os Últimos Papas

o último papa e o fim de Roma

Não se sabe o conteúdo do terceiro segredo de Fátima, sabemos apenas os dois primeiros, que foram revelados. Sabemos também que o Papa Paulo VI em 1967 ao ler o terceiro segredo desmaiou e decidiu não revelá-lo, assim como os outros papas. Com a renúncia de BentoXVI, a primeira em 6 séculos, provavelmente alguns especularão que esse poderia ser o terceiro segredo, mas na minha opinião o terceiro segredo é um complemento do segundo:


O segundo segredo foi assim descrito:

"Quando virdes uma noite, alumiada por uma luz desconhecida (Apophis em 2029), sabei que é o grande sinal que Deus vos dá de que vai punir o mundo pelos seus crimes, por meio da guerra, da fome e de perseguições à Igreja e ao Santo Padre (nessa época será o ultimo, sucessor do Bento 16). Para a impedir virei pedir a consagração da Rússia a meu Imaculado Coração e a Comunhão Reparadora nos Primeiros Sábados. Se atenderem a meus pedidos, a Rússia se converterá e terão paz, se não, espalhará seus erros pelo mundo (confronto com a China, que motivará maiores perseguições ainda sobre os católicos por parte na aliança chinesa com a ala radical islâmica apos 2029), promovendo guerras e perseguições à Igreja, os bons serão martirizados, o Santo Padre terá muito que sofrer, várias nações serão aniquiladas, por fim o meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo algum tempo de paz."

Mais sobre esse período de lutas pode ser visto no post “A Terceira Guerra e os pássaros de aço”, que aborda os eventos entre 2032 e 2036:  AQUI 

Ou seja, o terceiro segredo é a confirmação de que a Rússia entrará na guerra, ate mesmo para defender os seus cristãos, visto que pela constituição a Rússia é uma nação cristã. A visão sobre esse terceiro segredo que fez um papa desmaiar quando o viu é justamente o inicio de uma grande guerra que exterminará o território italiano e o Vaticano, colocando fim a Igreja católica do ocidente e fazendo com que a Rússia e o catolicismo oriental lutem pelo cristianismo contra a aliança de chineses e da ala radical islâmica. Em suma, o terceiro segredo fala do fim da Igreja, da destruição do Vaticano e, sobretudo da renovação do Cristinismo apos o fim da guerra.

Vale ressaltar que essa destruição de Roma e por conseqüência da Igreja, foi prevista por vários profetas, entre eles Dom Bosco, Malaquias e Monge Pádua que assim falaram sobre os tempos finais do pontificado do último papa da Igreja, o sucessor de Bento XVI:

“Na suprema desolação do mundo reinará Pedro Romano, último pontífice. Roma criminosa será destruída e o Juiz tremendo julgará, triunfante, todos os povos (Monge Pádua)

“Na perseguição final a sagrada Igreja Romana, reinará Pedro Romano, que alimentará o seu rebanho entre muitas turbulências, sendo que então a cidade das sete colinas (Roma) será destruída e o formidável juiz julgará o seu povo” (Malaquias)  

Tanto Monge Pádua (1527) como Malaquias (1094) foram formidáveis em profetizar sobre a vinda dos papas, sobretudo os últimos. Vejamos o que disse Monge Pádua:

“Seu reinado será tão rápido como a passagem de uma estrela cadente” (assim aconteceu no papado de João Paulo I que ficou poucos dias como papa)

“Virá de longe e manchará a pedra com o seu sangue” (assim aconteceu com JPII, veio da distante Polônia e sofreu um atentado, manchando com sangue a “pedra” que significa Igreja)

“Semeador de paz e esperança em um mundo que vive suas últimas esperanças” (em um mundo que vive a expectativa de guerras e apocalipses, como o último em 2012, Bento XVI buscou a união com judeus e com a Igreja Católica russa, dizendo inclusive que a crença sobre a espera da vinda do Messias (Parusia) é semelhante entre católicos e judeus)

Vejamos o que disse Malaquias:

“Da Meia Lua” (João Paulo I tornou-se papa exatamente quando a Lua estava pela metade e morreu no mês seguinte, durante um eclipse lunar)

“Do trabalho do Sol” (JPII nasceu no leste europeu, o Sol nasce exatamente no leste, viajou por todo o mundo, exatamente como os raios do Sol e não bastasse isso nasceu no dia de um eclipse solar)

“Da Glória da Oliveira” (Bento XVI nasceu e foi batizado durante a Páscoa, época que as Igrejas da Europa são decoradas com ramos de oliveira, não bastasse isso ele é da Ordem dos Beneditinos, conhecida como olivetana pois o seu símbolo é a oliveira)

Sobre o último papa ambos falam em um juízo pra humanidade (uma referência do Apocalipse ao dia do juízo, o ápice da Tribulação) com a queda de Roma e um juízo de toda a humanidade. Considerando os acertos de ambos e as previsões de Dom Bosco e Nostradamus sobre esses mesmos eventos e também os relatos contidos no Apocalipse, realmente estamos sendo testemunhas de mais uma importante página da história do nosso mundo sendo construída nesse momento bem diante dos nossos olhos.  

O Papa Negro: AQUI 

Nostradamus - O Penúltimo e o Último Papa: AQUI

Nostradamus - A Terceira Guerra e o Fim de Roma: AQUI 


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10 de fev de 2013

Ramatís: Desdobramento nas Zonas de Vampirização do Astral Inferior

Médium magista, mago da capa verde

Um relato muito interessante sobre desdobramento consciente está no livro “Jardim dos Orixás” do médium Norberto Peixoto e vem bem a calhar nessa época do carnaval, pois explica em pormenores como funciona um dos muitos centros de vampirização dos encarnados localizados no umbral. Esse relato está no capítulo 3 desta obra, intitulado “Correntes astrais coletivas de pensamentos parasitas”. Eis o relato de alguns parágrafos dessa experiência projetiva:


"Existe um preto velho, de nome Pai Quirino, que nos assiste regularmente e que raramente se manifesta através da mecânica de incorporação nos terreiros, e por esse motivo é pouco conhecido da maioria dos umbandistas. Contudo, trabalha arduamente no Plano Astral, sob a égide da Umbanda, como auxiliar extrafísico de muitos médiuns, sendo "especialista" em incursões nas organizações das regiões umbralinas, onde atua como um tipo de guia "turístico"para grupos de medianeiros em visitação de estudo.

Na sua penúltima estada terrena, Pai Quirino, tendo sido um evangelizador franciscano atuante nos pobres vilarejos cariocas na época efervescente após o fim da escravidão, muito auxiliou os negros doentes e maltrapilhos que deram início ao que resultou no cinturão de favelas que cercam a capital carioca. Tendo fortes vínculos com esse bloco cármico de espíritos desde épocas que remontam à escravidão do Império Romano, quando foi implacável e culto senador escravocrata, em sua última encarnação, no século passado, veio como negro na cidade do Rio de Janeiro. Tendo nascido e crescido no berço do samba, da mais pura boemia e malandragem carioca dos arcos da velha Lapa, desde criança mostrou-se um pacificador, incapaz de esmagar uma mosca, e de grande inteligência.

 Quando adulto, foi conhecido e perspicaz compositor, escrevendo várias marchas carnavalescas. Através de um padre da comunidade que realizava missas regulares na favela em que morava, teve contato com alto dirigente da Secretaria de Segurança do Estado do Rio, tendo sido recrutado para ser "olheiro" - informante do serviço secreto do comando policial que combatia o tráfico e a prostituição.

Entre composições e saraus musicais na Escola de Samba do morro, completamente inserido na comunidade, ajudou a desarticular várias quadrilhas de traficantes e cáftens em todo o ex-Estado da Guanabara, comandadas por antigos generais e senadores romanos, encarnados numa minoria étnica e social excluída do progresso no Brasil contemporâneo.

Esse preto velho, Pai Quirino, apresenta-se a nossa clarividência vestido todo de branco, tendo entre 60-70 anos, com um brilhante colete amarelo-dourado sobre uma camisa de alva seda reluzente. Muito sorridente, simpaticíssimo, de aguda inteligência, bem-falante, versátil comunicador, aproximadamente 1,70 m. de altura, magro, de barba branca bem aparada e calvo. Quando se aproxima de nós, caminha num gingado matreiro, como se fosse um porta-bandeira à frente de uma escola de samba, e nos fala ao ouvido pausadamente: "Vamos, vamos, irmãozinho velho, sai do corpo, te mexe, Pai Quirino chegou para te levar a passear nos morros da verdadeira vida", e dá uma sonora e gostosa gargalhada.

Na noite passada nos vimos conduzido por esse arguto Auxiliar a um sítio do Umbral muito semelhante, em sua geografia astralina, às montanhas da Serra do Mar. Era um vale de um verde escuro, abafado, parecendo floresta tropical de um odor sulfuroso que de início nos fez arder um pouco o nariz, mas não a ponto de nos transtornar. Mostrou-nos várias construções para os visitantes encarnados desdobrados durante o sono físico se deleitarem nos prazeres sensórios. Entre salões de jogos, refinados bares musicais com todo tipo de alcoólicos e entorpecentes, restaurantes com as mais finas iguarias que podemos conceber, boates e ruas de diversificado meretrício, surpreenderam-nos as majestosas construções hoteleiras desta estação de  prazer umbralino.

O amigo, imediatamente "lendo" nossos pensamentos, levou-nos para conversar com um "gerente" de um desses hotéis. Com muita simpatia, fomos informados que de momento não havia quartos disponíveis, e que para os cômodos mais simples havia uma fila de espera de uma hora aproximadamente.

Perguntei o motivo de tanta procura e o "gerente" nos informou que aquele horário da noite era o pico do movimento nessa cidadela, colônia de todos os prazeres carnais para satisfazer os encarnados. Se aguardássemos um pouco, mais próximo do amanhecer, muitos visitantes já teriam despertado no corpo físico, diminuindo a ocupação dos quartos.

Diante da minha falta de entendimento do porquê dos hotéis e quartos, o gerente, muito amistoso pelo fato de estarmos acompanhados de Pai Quirino, nos informou, rindo maliciosamente, que os visitantes se hospedavam, iam jogar e beber nos cassinos e boates, depois voltavam acompanhados de belas e sensuais mulheres para terminarem o turismo noturno nas majestosas dependências dos confortáveis hotéis. Continuamos nosso "tour". Minha estupefação apenas tinha começado. Pai Quirino nos mostrou os outros hotéis e visitantes daquela estância "paradisíaca" do umbral inferior. Para nossa completa surpresa, e pela limpidez clarividente que esse amigo nos proporcionou, enxergamos enormes grupos de agitados padres, monges, freis, internos e ascetas em geral, do Catolicismo e outras religiões da Terra, projetados em seus corpos astrais, entregues a ansiedade alvoroçada diante da iminência de se locupletarem nos prazeres terrenos. Pai Quirino nos disse: "O espírito não suporta um bloqueio abrupto de suas disposições mais íntimas...".

Mulher em projeção astral

Na sua simpatia, elegância e matreira espontaneidade, continuou o comentário: "Muitos religiosos são beatos para os crentes da Terra, mas durante o desprendimento natural provocado pelo sono físico se mostram legítimos obsessores das operárias do sexo. Sendo elas mulheres sensuais e libidinosas do astral inferior, endurecidas pelos .sofrimentos e maus-tratos, na sua maioria são extremamente sinceras e fiéis aos seus ideais, embora tortuosos. Ao contrário da hipocrisia e dissimulação costumeira dos que as procuram para satisfazer seus desejos represados por compromissos religiosos na carne, de que no universo astral ficam desobrigados, como se estivessem em sonho prazeroso que ansiarão repetir novamente."

Continuando nossa visitação, nos encontrávamos curiosos sobre o motivo de tanta simpatia e bom trato dos habitantes do complexo hoteleiro de diversão e deleite mundano para com os encarnados, e como as construções eram mantidas, limpas e confortantes. Pai Quirino nos esclareceu: "As energias densas liberadas pelos prazeres intensos dos encarnados são o verdadeiro alvo de todas estas construções, na verdade um bem arquitetado centro vampirizador de fluidos. Como bem tratadas vacas leiteiras ordenhadas em tantos litros diários de leite para o desjejum dos hóspedes de uma pousada rural, os visitantes ébrios de êxtase sensório são sugados o bastante para não ficarem completamente exauridos. O planejamento psicológico, sub-reptício, dos arquitetos das Sombras, se fundamenta em criar dependência psíquica das fracas personalidades encarnadas, que represadas por vários motivos em suas satisfações animalescas na carne, encontram nestes antros os mais sórdidos recursos para se entregarem selvagemente. Quanto mais isso ocorre, mais se fortalece a organização trevosa, pelos intensos laços vibratórios que recrudescem na simbiose entre os habitantes encarnados da crosta e a coletividade que vive do vampirismo nas baixas zonas umbralinas, satisfazendo-se mutuamente".

Exímio conhecedor das maldades e técnicas dos magos negros, todo o tempo em que estivemos desdobrados com esse espírito nos amparando, seguiu-nos uma legião de agentes mágicos, de Exus Brasa. Quando estávamos retornando para o corpo físico, verificamos que iam deixando, pela manipulação do nosso ectoplasma, como se fôssemos uma bateria ou um tanque de combustível, um lençol de pedras graníticas incandescentes na trilha astral que estávamos seguindo. Explicou-nos Pai Quirino: "Isso é para a sua segurança mediúnica: como se trata de localidade muito densa, quase que materializada, os espíritos que ali habitam não conseguem volitar; andam como se estivessem presos ao solo pela força gravitacional, retidos nas escarpas montanhosas da região florestal visitada. Por esse motivo os Exus da nossa amada Umbanda deixam na estrada que seguimos a manta incandescente de brasas, para que não nos sigam e localizem o seu endereço no plano físico para futuros assédios e revides."



Essas informações trazidas na obra do caboclo atlante nos dão uma idéia do que ocorre nessa época do carnaval, em proporções ainda maiores do que nos demais dias do ano. É realmente um texto para amplas reflexões, sobretudo com relação ao importante papel que os guardiões desempenham, combatendo sempre na medida do que é possível ser feito, esses grandes processos de vampirização e alienação coletiva. Como resumo dessa experiência, o próprio Ramatís sintetiza a questão dessas obsessões logo na primeira pergunta do capítulo 3 do “Jardim dos Orixás”, esclarecimentos que não precisam de qualquer complemento:

Exército de guardiões com armaduras douradas, exús dourados

  “As formas-pensamentos construídas pela população encarnada e que sustentam as correntes mentais do plano astral inferior são espontâneas, desconexas, indisciplinadas e densas. Atraem-se por similaridade de freqüência vibratória que as enfeixam numa mesma onda. Chegam ao ponto de adquirir vida própria, pela intensidade e amplitude gigantesca que atingem quando a coletividade encarnada de vossas metrópoles da crosta adormece embalada por interesses comuns de sexo, gula, dinheiro, vaidade e satisfações materialistas variadas. Atraem para o seu fluxo magnético, como se fosse correnteza de um rio tempestuoso que arrasta as toras de madeira, levas de semi-adormecidos anestesiados que se locupletarão no sensório em localidades do Umbral inferior que com eles sintonizam. Muitos são"puxados"para os castelos medievais de prazer mantidos por organizações trevosas feudais que têm suas contrapartidas físicas nas casas noturnas, enfumaçadas boates e bares terrenos. Como se fossem bovinos em fileira adentrando o matadouro, aguardam o momento de serem "sacrificados" pelos capatazes - vassalos dos magos negros perdidos no passado.

Hipnotizados em espécie de transe, qual pássaro que não reage diante da serpente, são sugados em sua vitalidade que está potencializada pelo êxtase coletivo semiconsciente que alcançam nesses cenários lúgubres e concupiscentes. No entanto, como a sintonia se dá inicialmente pelo pensamento, que se manterá na densidade e "peso" específico do corpo astral, em faixa vibratória semelhante, podeis ir mudando gradativamente vossa casa mental, elevando vossa consciência e alterando vossos hábitos comportamentais, e conseqüentemente sutilizando vosso veículo astral. A elevação não significa mudança de lugar no espaço como entendeis, mas transferência do foco de consciência, das coisas ligadas ao sensório do ego inferior, para as concepções espirituais dentro das leis de causalidade cósmica, que equilibram e harmonizam. É como se fôsseis vos tomando refratários às vibrações de uma ordem de baixos fenômenos ocultos que vos cercam, sintonizando as de categoria mais elevada.

É necessário que essa reforma se concretize em vosso universo íntimo, para explorardes com segurança o imponderável ao plano físico, mas que vos cerca como se fosse unha à carne.”


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9 de fev de 2013

O Carnaval e os Portais Umbralinos

Carnaval no Antigo Egito - culto ao touro Apis



Recebi uma pergunta interessante nos comentários do blog: 

Muito bom... José, queria saber a tua opinião a respeito do carnaval. Eu não consigo entender tudo isso. O governo tá até ensinando a não se fazer xixi na rua... Parece absurdo não? Tem um colega que faz vídeos de palestras sobre a espiritualidade que falou que os portões do umbral são abertos. E eu me obrigo a acreditar, visto que que se vê tanta coisa.”


O carnaval, sem sombra de dúvida, é a festa que melhor define o espírito dos exilados capelinos. A festa surgiu no Antigo Egito com o culto ao touro Ápis em comemoração à colheita, tanto que o próprio touro Ápis, símbolo principal da divindade para os egípcios, era também o deus da agricultura. Os sacerdotes politeístas escolhiam um bezerro com características especiais (certas marcas e manchas no corpo) que era levado em uma barca dourada até o santuário onde era reverenciado. Uma das festas em sua homenagem, a festa da colheita, durava exatamente 7 dias (exatamente como ocorreria futuramente no império romano). Nessa festa, os sacerdotes politeístas de Menfis conduziam o “sagrado” animal numa procissão pelas ruas, onde os populares comemoravam a passagem do animal.

A festa prosseguiu séculos depois no seio da civilização grega, pelos idos de 600 A.C. na forma de um culto aos deuses pela fertilidade do solo e produção de alimentos. O deus grego que regia tais festas era o deus das festas e do vinho, Dionísio, que entre os romanos ficou conhecido como Baco. Nessas festas havia muita comilança (por isso o rei Momo representa Dionísio) regada a vinho e muitos bacanais (as famosas festas do “bailar com Baco” ou “ballarebaco” expressão que foi aportuguesada pra “balacobaco"), os bacanais eram as festas em homenagem a Baco, onde os participantes se utilizavam de máscaras com a face do deus-humano estampada, para que pudessem dançar e participar das orgias sem que fossem reconhecidos.

Essa celebração em Roma, em homenagem a Baco, durava exatamente os mesmos 7 dias que ocorriam no Antigo Egito, no período que ia do dia 17 à 23 de dezembro, período que as atividades comerciais eram suspensas, escravos ganhavam liberdade temporária.

Após a criação do Cristianismo Romano por Constantino (pelos idos de 325 D.C., quando constatou que mesmo após as terríveis perseguições do imperador já morto na época, Diocleciano, aos cristãos primitivos, o Cristianismo Primitivo crescia vertiginosamente), O Império Romano modificou profundamente a filosofia cristã e continuou a perseguir os cristãos primitivos, até os idos de 1330 D.C.

No Cristianismo Romano, o carnaval foi adotado como comemoração oficial pelos idos de 590 D.C., pouco tempo depois do imperador Justiniano ter morrido. Sua esposa, a famosa ex cortesã Teodora, foi a responsável pela retirada da doutrina da reencarnação do seio da Igreja Romana, pois era muito perseguida pelas ex companheiras de serviço e por ter mandado matar quase todas (entorno de 500), quis retirar a reencarnação da Igreja para que não tivesse de expiar o karma da morte de tanta gente em uma vida futura (afinal ela acreditava que a Igreja era Deus na terra e se mudasse as leis da Igreja, mudaria as leis de Deus, megalomania pouca é bobagem....)

O carnaval instituído pela Igreja Romana ocorria antes da quarta feira de cinzas, o primeiro dos 40 dias da Quaresma (40 dias onde o cristão deveria jejuar, refletir e se voltar para a espiritualidade, orando e praticando a caridade, como forma de relembrar a ressurreição de Cristo, que também ficou 40 dias entre os homens após a sua ressurreição). Dessa forma o carnaval ou “carne vales”, literalmente “prazeres da carne” era aprovado como forma de “preparação” para tamanho sacrifício, onde o fiel deveria se entregar sem culpas aos prazeres da carne (por isso que o dia anterior a quarta feira é conhecido como terça feira gorda), pois afinal nos 40 dias de penitencia seguinte todos os seus pecados seriam perdoados, anistia completa....

O problema é que a maioria além de exagerar nos festejos carnavalescos, bem antes da terça feira gorda, nem se lembra dos 40 dias seguintes. Em suma, o carnaval é uma festa totalmente pagã, nascida de cultos politeístas e que jamais deveria ter sido adicionada pela Igreja Católica ao seu calendário.

Lobo em pele de cordeiro

Nessa época aqui no Brasil, sobretudo nas regiões onde a comemoração é mais intensa, como Rj, Nordeste e Sp, uma carga energética negativa acima do normal (“normal” esse que já é excessivo) é produzida pela população, em virtude do aumento dos desequilíbrios e excessos que são cometidos nesse período. Os portais que ligam o astral inferior ao astral intermediário ( que fica na contrapartida astral da superfície física onde os encarnados vivem) estão sempre abertos, muitos controlados por guardiões, muitos infelizmente controlados por entidades trevosas, ocorre que nessa época de carnaval a energia fica a tal ponto densa que os guardiões não conseguem manter o controle e segurança de alguns portais e precisam simplesmente abandoná-los para retomá-los apenas após os festejos.

Apenas a nível de comparação, qualquer reunião espírita ou espiritualista voltada para a prática do bem é necessariamente feita antes da aproximação da meia noite, pois a partir desse horário até a 1 e meia da madrugada, a energia solar atinge seu ponto mínimo na superfície e nessa janela são realizadas as evocações de magia negra, deixando  o astral intermediário mais denso acima do normal, fazendo com que os próprios guardiões alertem os médiuns que próximo desse horário eles não tem como garantir a segurança dos trabalhos, visto que em cada reunião em um centro ou casa espiritualista, o entorno de 5 a 10 quarteirões fica protegido pelos guardiões, mas quando chega perto desse horário, não há mais como garantir a segurança, pois o ataque das milícias trevosas fica mais intenso.

Na época do carnaval, sobretudo durante os festejos noturnos, essa densidade energética chega a dobrar e em alguns locais triplicar em comparação em relação a carga energética mais densa que já existe diariamente entre o horário da meia noite e uma e meia da madrugada.  

A Alta espiritualidade, entretanto, também age, colaborando energeticamente com os guardiões no combate as entidades trevosas. No desfile de sexta pra sábado em Sp, bem no final, caiu um verdadeiro temporal, com a função específica de ajudar a literalmente “explodir” certas formas pensamento e enfraquecer certas egrégoras formadas na região. Da mesma forma, a alguns dias atrás, quando foi emitido um alerta de grande terremoto próximo a costa do nordeste (6.0 na escala Richter) que horas depois mostrou-se um erro dos sismógrafos americanos, na verdade foi a detecção de uma mega tsunami que atingiu todo o astral intermediário do Nordeste, visando enfraquecer algumas forças trevosas que já se preparavam para atuar com mais força no carnaval da região. O evento foi tão forte que chegou a ser detectado no ponto de origem pelos equipamentos físicos, mesmo tendo ocorrido no astral.

Acredito que após o auge do exílio planetário em 2036, a “festa da carne” naturalmente desaparecerá, pois é uma festa típica dos exilados capelinos, que provavelmente em grande número serão novamente exilados.


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